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sexta-feira, 3 de junho de 2016

João Pinto Coelho - Sarah Gross

 Dedicatória e autografo do autor João Pinto Coelho.
"Para o Francisco Oliveira com os votos de boas leituras e muita estima do autor"
 Sinopse
Em 1968, Kimberly Parker, uma jovem professora de Literatura, atravessa os Estados Unidos para ir ensinar no colégio mais elitista da Nova Inglaterra, dirigido por uma mulher carismática e misteriosa chamada Sarah Gross. Foge de um segredo terrível e procura em St. Oswald’s a paz possível com a companhia da exuberante Miranda, o encanto e a sensibilidade de Clement e sobretudo a cumplicidade de Sarah. Mas a verdade persegue Kimberly até ali e, no dia em que toma a decisão que a poderia salvar, uma tragédia abala inesperadamente a instituição centenária, abrindo as portas a um passado avassalador. 
Nos corredores da universidade ou no apertado gueto de Cracóvia; à sombra dos choupos de Birkenau ou pelas ruas de Auschwitz quando ainda era uma cidade feliz, Kimberly mergulha numa história brutal de dor e sobrevivência para a qual ninguém a preparou.
Rigoroso, imaginativo e profundamente cinematográfico, com diálogos magistrais e personagens inesquecíveis, Perguntem a Sarah Gross é um romance trepidante que nos dá a conhecer a cidade que se tornou o mais famoso campo de extermínio da História. A obra foi finalista do prémio LeYa em 2014.

Aconselho vivamente a leitura deste magnifico livro, foi dos melhores livros que li ultimamente.

 O autor João Pinto Coelho apresentando a sua obra na Livraria A das Artes em Sines.
 Sessão de autógrafos dada pelo escritor.
O escritor com o amigo e livreiro Joaquim Gonçalves.

Marcador de Livros - Sarah Gross


Marcador do livro de Sarah Gross de João PintoCoelho da editora Leya.Aconselho vivamente a leitura deste magnifico livro.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Marcador de Livros - Günter Grass - A Ratazana


 Marcador do livro A Ratazana de Günter Grass prémio Nobel da Literatura.

A Ratazana

Sinopse

O livro conta-nos a história, ou histórias, do fim da era humana, e tem como um dos seus protagonistas uma ratazana, representante de uma espécie que pressente e sobrevive a todas as desgraças, abandona os navios que vão naufragar e nos acompanha desde que surgimos no planeta. Num incessante confronto com a voz glacial do rato, o autor luta por chegar ao fim das suas narrativas, na consciência de que talvez reste pouco tempo para serem contadas e ouvidas, uma vez que se aproxima o momento em que terão fim todas as histórias

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Marcador de Livros - Valter Hugo Mãe



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 Valter Hugo Mãe é um dos mais destacados autores portugueses da atualidade. A sua obra está traduzida em variadíssimas línguas, merecendo um prestigiado acolhimento em países como o Brasil, a Alemanha, a Espanha, a França ou a Croácia.Publicou seis romances: A desumanização; O filho de mil homens; a máquina de fazer espanhóis (Grande Prémio Portugal Telecom Melhor Livro do Ano e Prémio Portugal Telecom Melhor Romance do Ano); o apocalipse dos trabalhadores; o remorso de baltazar serapião (Prémio Literário José Saramago) e o nosso reino.

Escreveu alguns livros para todas as idades, entre os quais: O paraíso são os outros; As mais belas coisas do mundo e O rosto. A sua poesia foi reunida no volume contabilidade, entretanto esgotado. Publica as crónicas Autobiografia Imaginária no Jornal de Letras e Casa de Papel na Revista 2, suplemento de domingo do jornal Público. Apresenta um programa de entrevistas breves no Porto Canal. Outras informações sobre o autor podem ser encontradas na sua página oficial no Facebook.
Texto: Wook


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Marcadores de Livros - Storner


Marcador de livro referente ao romance Stoner, um romance publicado em 1965, caído no esquecimento mas que aconselho vivamente a sua leitura.

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Críticas de imprensa

«É uma coisa ainda mais rara do que um grande romance - é o romance perfeito, tão bem contado, tão bem escrito, tão comovente que nos corta a respiração.»
New York Times

«Williams fez da vida de Stoner, tão repleta de desilusões, um retrato tão profundo e honesto, tão cru e despojado de romantismo, que silenciosamente nos corta a respiração.»
Boston Globe


Outras Críticas

«Stoner não passa de um romance sobre um tipo que vai para a universidade e se torna professor. Mas é também uma das coisas mais fascinantes que já vi na vida.»
Tom Hanks

«Não percebo como é que um romance tão bom passou despercebido tanto tempo.»
Ian McEwan

«Quase perfeito.»
Bret Easton Ellis

«Um romance formidável de uma latejante tristeza.»
Julian Barnes

«Um dos grandes romances esquecidos do século passado.»
Colum McCann

«Magnificamente escrito, numa prosa simples mas brilhante.»
Ruth Rendell

«Brilhante, belo, inexoravelmente triste, sábio e elegante.»
Nick Hornby

«O autor (...) trata as suas personagens com tamanha ternura e implacável honestidade que é impossível não as amar.»
Steve Almond

«Íntimo e misterioso como a própria vida.»
Geoff Dyer

«Uma obra-prima de triste lucidez.»
Peter Kemp

«Muito poucos romances na língua inglesa, ou qualquer outro tipo de produção literária, se lhe aproximam sequer ao nível da sabedoria ou enquanto obra de arte.»
C. P. Snow



Marcadores de Livros - E-Primatur



Marcador que o livreiro da Bertrand de Setúbal me ofereceu na compra do livro de Karl Ove Knausgård "A Ilha da Infância" o terceiro volume deste autor norueguês e está a dar-me muito gozo ler esta série autobiográfica e romanceada que tem por sub-titulo A Minha Luta.

E-Primatur "Imprimatur" (imprima-se) era a palavra latina gravada no selo que a Inquisição usava para indicar que um determinado original podia ser impresso. 

O Projecto E-Primatur é uma ideia de Hugo Xavier, ex-editor da Cavalo de Ferro e Ulisseia/Grupo Babel; Pedro Bernardo, responsável editorial de Edições 70 e Actual, do Grupo Almedina; e João Reis, ex-editor da Eucleia.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

José Carlos de Oliveira - D. Afonso Henriques

 Dedicatória e autografo do escritor.








Sinopse:




"Afonso Henriques nasce com uma perna enferma, imprestável, e é entregue aos Moniz, que o levam da corte para as terras dos de Ribadouro. Cresce sagaz e escorreito, por intervenção divina ou por engenho.
Quando conhece a mãe tem 16 anos, porte sem defeito e poderoso; os traços são duros, algo rurais, mas temperados pelos olhos de um azul intenso e profundo. D. Teresa impressiona-se e confirma-o herdeiro do trono do Condado. Mas é nessa noite que Afonso comprova que os irmãos estrangeiros Peres de Trava estão mais próximos dela do que ele. Querem o Condado, e sabem como a conduzir, onde preciso for – e nos lençóis que foram do pai dele. E ali dá o primeiro dos passos há muito desenhados. E outros se seguem. Primeiro contra os estrangeiros que nestas terras mandavam, depois perante a Galiza, Leão e Castela. Até tomar Lisboa, elevando-a a centro de uma identidade nacional que a Santa Sé reconhece, como Reino soberano de Portugal, e a D. Afonso Henriques como seu Rei".

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Apresentação do seu primeiro livro o autor José Carlos de Oliveira na Livraria A das Artes em Sines

 O autor acompanhado pelo livreiro Joaquim Gonçalves o grande dinamizador cultural destas paragens alentejanas.

No final a tão esperada sessão de autógrafos e troca de algumas palavras com o escritor.

Marcador de Livros - D. Afonso Henriques


Marcador de Livros da editora Oficina do Livro referente ao livro D. Afonso Henriques o Primeiro Herói. do escritor José Carlos de Oliveira.

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Sobre o autor:

José Carlos de Oliveira(Lisboa, 1951)

Dirige a produtora Marginalfilmes, é argumentista, realizador e produtor das longas-metragens Inês de Portugal, O Dragão de Fumo, Preto e Branco, Um Rio e Quero Ser Uma Estrela. Formador na área da escrita, realização e produção e cronista na imprensa. Vice-Presidente da Associação de Realizadoeres de Cinema e Audiovisual, vice-presidente da Academia Portuguesa das Artes e Ciências Cinematográficas, membro da direcção do Ginásio Ópera e do Mirante - Movimento para o Desenvolvimento e Cultura. Tem assento na Secção Especializada do Cinema e do Audiovisual, do Conselho Nacional de Cultura.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Marcadores de Livros - Dizem que Sebastião

Marcador do livro - Dizem que Sebastião

Sinopse do livro.

Uma viagem pela cidade de Lisboa na companhia de grandes escritores…
Sebastião Breda, vice-presidente de uma multinacional, workaholic e quarentão abastado, percebe um belo dia que a vida lhe tem passado ao lado e decide remediar a solidão convidando uma colega para um jantar romântico. O problema é que a sua bagagem não vai além de estratégias de venda e planos de marketing – e o arraso que leva de Margarida à mesa do restaurante é humilhação bastante para que o seu coração acabe a pregar-lhe um valente susto. O médico recomenda-lhe então um ano de descanso, e Sebastião resolve aproveitá-lo a cultivar-se, fazendo, numa livraria da Baixa, um amigo que lhe dá bons conselhos e sentando-se junto às estátuas dos escritores espalhadas pelas praças e jardins de Lisboa, que, eloquentes à sua maneira, o iluminam sobre os mais diversos assuntos, entre eles, evidentemente, a questão feminina. Um ano depois, não se pode dizer que Sebastião seja o mesmo homem.

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João Rebocho Pais nasceu em Lisboa em 1962. Cresceu no bairro de Olivais Sul, terra fértil em personalidades de vulto, de filantropos a vigaristas, de homens de ciência e cultura a comerciantes de mercadorias ilícitas. Entrou para a aviação comercial em 1985, trabalhando há mais de vinte cinco anos como comissário de bordo, o que lhe tem permitido conhecer culturas muito distintas e inspiradoras. Tem dois filhos, Miguel e Francisco, sem os quais nada entende. Nunca imaginou escrever histórias para tanta gente. Até à sua estreia literária com o romance O Intrínseco de Manolo, os livros tinham sido apenas uma doce e viciante dependência. Dizem Que Sebastião é o seu segundo livro e a prova de que lhe ganhou o gosto.

Marcadores de Livros - Don DeLillo


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 Don DeLillo nasceu em 1936, em Nova Iorque. É autor de vários romances e peças de teatro. Foi galardoado com o National Book Award, o PEN/Faulkner Award e o Jerusalem Prize. Submundo foi finalista dos prémios Pulitzer e do National Book Award e recebeu em 2000 a Medalha Howells da American Academy of Arts and Letters pela mais eminente obra de ficção dos últimos cinco anos; em 2006, foi considerado um dos três melhores romances dos últimos vinte e cinco anos pela New York Times Book Review. A Sextante Editora publicou anteriormente dois dos seus romances, O homem em queda e Ruído branco. Em 2015, Don DeLillo foi distinguido pelo seu excecional contributo para as Letras Americanas pela National Book Awards.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Biblioteca particular de Alberto Manguel

 A belíssima biblioteca particular do escritor argentino Albert Manguel nascido em 1948 em Buenos Aire que hoje é cidadão canadiano. Passou a sua infância em Israel, estudou na Argentina e vive actualmente em França. É organizador de antologias, tradutor, editor e romancista.
Com mais de cinquenta mil volumes (muitas obras raras, dentre edições limitadas e até manuscritos), seu acervo ocupa um galpão junto à sua residência, localizada no medieval vilarejo de Mondion. 

Fotos retiradas da net

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Biblioteca particular de José María Merino

Nascido na Galiza em  La Coruña em 1941 José María Merino é um escritor ensaísta, poeta e académico da Real Academia Espanhola que reside actualmente em Madrid. Trabalhou como funcionário do Ministério da Educação até que decidiu dedicar-se inteiramente à literatura, foi reconhecido e acariciado com o Prémio Nacional de Literatura Infantil em 1993.



Fotografias retiradas da Google Imagens

quarta-feira, 16 de março de 2016

Marcador de Livros - O Coro dos Defuntos


Marcador de livros do Coro dos Defuntos de António Tavares, um livro muito interessante e premiado com o LeYa 2015

Um belíssimo retrato do mundo rural português entre 1968 e 1974.

Vivem-se tempos de grandes avanços e convulsões: os estudantes manifestam-se nas ruas de Paris e, em Memphis, é assassinado o negro que tinha um sonho; transplanta-se um coração humano e o homem pisa a Lua; somam-se as baixas americanas no Vietname e a inseminação artificial dá os primeiros passos. 
Porém, na pequena aldeia onde decorre a acção deste romance, os habitantes, profundamente ligados à natureza, preocupam-se sobretudo com a falta de chuva e as colheitas, a praga do míldio e a vindima; e na taberna – espécie de divã freudiano do lugar – é disso que falam, até porque os jornais que ali chegam são apenas os que embrulham as bogas do Júlio Peixeiro. 
E, mesmo assim, passam-se por ali coisas muito estranhas: uma velha prostituta é estrangulada, o suposto assassino some-se dentro de um penedo, a rapariga casta que colecciona santinhos sofre uma inesperada metamorfose, e a parteira, que também é bruxa, sonha com o ditador a cair da cadeira e vê crescer-lhe, qual hematoma, um enorme cravo vermelho dentro da cabeça. 
Quando aparece o primeiro televisor, as gentes assistem a transformações que nem sempre conseguem interpretar...

- See more at: http://www.leyaonline.com/pt/livros/romance/o-coro-dos-defuntos/#sthash.uLuwqocq.dpuf


quinta-feira, 3 de março de 2016

Marcador de Livros - Flores


Marcador de Livros da editora Companhia das Letras do livro Flores de Afonso Cruz, um livro fantástico que acabei de ler e recomendo vivamente.

Excertos do livro:

"Viver não tem nada a ver com isso que as pessoas fazem todos os dias, viver é precisamente o oposto, é aquilo que não fazemos todos os dias".

"Nós tínhamos uma ameixeira no quintal. O pai pegava numa ameixa, meti-a toda na boca, dizia que era assim que devíamos comer, depois cuspia o caroço, baixava-se e cuspia. Era um gesto de reverência, de totalidade, mas mais do que isso, perpetuava a árvore, pois ao cuspir fazia nascer uma árvore. E o pai, quando se erguia, com as calças de fazenda a apertarem-lhe os testículos, concluía: é assim que se come uma ameixa. É isso, pai, não é só o fruto que comemos, são as frágeis pegadas dos pássaros que nele pousaram, os raios de sol, o grito dos mochos, o luar mais furtivo, a chinfrineira das cigarras. Os frutos são o resultado de tudo. O caroço que se cospe é a vida".

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Gonçalo Naves - Bem-vindo a Esta Noite Branca

 Autografo e dedicatória do autor neste seu livro de edição particular.
Excerto do livro

“Há pessoas que se vão embora de nós. Se calhar é-nos isso pior que morrerem, não que se deseje a morte a alguém mas a verdade é que quando alguém se vai embora de nós e continua presente nos outros é como se nos passasse a flutuar por cima da cabeça e nos acompanhasse para tudo o que é sítio. Flutua-nos em cima e carrega pedaços de tempo que nos faltam, há tempos que nos faltam, há tempos que me faltam, tempos que me hão de faltar e que por muito que os disfarce com contentamentos de vária ordem sempre aqui estarão espalhando-me grãos de saudade por todo o corpo e lembrando-me das minhas desatenções passadas. Penso nisso com pena, ao menos que me previnam de desatenções futuras, nunca é tarde para se ser melhor do que se foi ontem." (“Bem-vindos a Esta Noite Branca”, Gonçalo Naves)


O jovem autor de Sines a fazer a apresentação do seu primeiro livro na livraria A das Artes, com uma boa presença de admiradores e futuros seguidores.

O autor na sessão de autografas aos seus leitores.

Marcador de Livros - Bem-vindos a Esta Noite Branca



O jovem autor de Sines Gonçalo Naves apresentou no dia 23 de Janeiro, na livraria A das Artes, o seu livro de estreia, “Bem-vindos a Esta Noite Branca”. A frequentar o 1.º ano da licenciatura de Direito, em Lisboa, Gonçalo faz aos 19 anos a sua entrada no espaço público das letras, depois de se ter destacado como talento do basquetebol nos escalões jovens. Começa agora o seu caminho como escritor atento à realidade e aos dramas humanos à sua volta.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Nuno Gomes Garcia - O Dia Em Que o Sol Se Apagou

 Autografo e dedicatória gentilmente sediada pelo autor deste magnifico livro.

Uma aventura com imaginação e rigor histórico para trazer a luz de volta a Portugal.

No dia 26 de Março de 1487 o sol apaga-se subitamente no reino de Portugal. Sem explicação para tão súbitas trevas – que uns atribuem à maldade castelhana e outros à heresia dos judeus –, D. João II envia dois espiões em demanda da solução que restitua a luz ao País e evite o seu definhamento. Com Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva irá também, guardado num estojo, um par de olhos de diamante que outrora pertenceram a um menino chamado Mil-Sóis, cujo olhar cegava quem o encarasse, e que são a peça fundamental desta missão.
Enquanto Pêro da Covilhã narra o seu périplo de Lisboa à Etiópia, das Índias ao reino do Monomotapa, de Meca a Sofala, quase sempre disfarçado de mouro e constantemente perdido em bordéis, Salvador – um embalsamador albino com um estranho passado – ficará de guarda à mulher do espião, por quem nutre há muito um amor secreto, e não cessará de procurar os olhos que possam devolver a luz ao seu irmão Mil -Sóis.
É uma obra fascinante que inventa um cataclismo improvável para reescrever o período áureo da História de Portugal. Um romance de luz e sombra, de avanços e recuos, que cruza fantasia com rigor histórico. E que, no final, responderá a duas questões essenciais: irá o Sol regressar a Portugal? É a Europa o lugar certo para que Portugal continue a existir?
O Dia em Que o Sol Se Apagou, foi obra finalista do Prémio Leya em 2014.


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Marcadores de Livros - O Bichinho do Conto


Marcadores de Livros da editora e livraria infantil O Bichinho de Conto



 Numa antiga escola primária em Óbidos, construída no âmbito do plano centenário levado a cabo pelo Estado Novo entre as décadas de 1940 e 1960, mora "O Bichinho de Conto" - um projecto Literário pensado para acolher leitores dos 0 aos 200 anos.
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