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domingo, 18 de novembro de 2018

Todos os Dias São Meus de Ana Saragoça

Autografo e dedicatória da Ana Saragoça.
"Para o Francisco, desejando que todos os dias sejam seus"
SINOPSE
Um prédio. Uma morte. Um mistério.Não se trata, porém, de um romance de pretexto policial. É verdade que há polícias e testemunhas - sobretudo testemunhas - e alguns suspeitos. Mas Todos os Dias são Meus é um extraordinário retrato do Portugal profundo, com os seus tiques, os seus ressentimentos, os seus ridículos.

sábado, 6 de outubro de 2018

Valério Romão - Cair para dentro

Dedicatória e autografo do escritor Valério Romão. 
SINOPSE
Cair para Dentro narra a história de duas mulheres, Virgínia e Eugénia, unidas pela relação mãe-filha.

Eugénia, a filha, não foi educada para ser um adulto independente e, embora seja professora universitária, a mãe controla o seu dinheiro, o seu tempo, proibindo-a até de ter telemóvel. Quando Virgínia começa a desenvolver sintomas de demência, Eugénia vê-se obrigada, deixando aquela infância artificial construída pela sua mãe, a crescer e a cuidar de todos os aspectos práticos da vida de ambas. Até descobrir que, no estado em que a mãe se encontra, a vingança é uma possibilidade. 

Cair para Dentro explora até ao limite as dificuldades das relações humanas e os dilemas morais que delas decorrem.


A apresentação do livro com o autor o Valério Romão acompanhado do livreiro Joaquim Gonçalves da livraria A das Artes em Sines.



Ensina-me a voar sobre os telhados

SINOPSE
Japão 1917. Por desonrar o nome da família, o jovem Katsuro é exilado pelo seu próprio pai, um poderoso governador, num ilhéu inóspito. Abandonado, o rapaz irá deparar-se, pela primeira vez, com o terrível segredo da família Tsukuda, enquanto luta para sobreviver à fome, à sede e à culpa.

Lisboa, cem anos depois. No Liceu Camões, um dos mais antigos da cidade, um professor de Geografia suicida-se numa sala de aula. O nosso narrador, funcionário do liceu e alcoólico em recuperação, decide inaugurar uma reunião semanal para ajudar os colegas a superar o choque. Numa noite de Inverno, um misterioso desconhecido aparece no encontro. É japonês e chama-se Tsukuda. O seu estranho comportamento desperta no narrador um fascínio doentio. Ambos são perseguidos pelo passado, ambos desejam o impossível.

Algures entre o sonho e a mais pura realidade, Ensina-me a voar sobre os telhados é um lugar onde um pai e um filho aprendem a amar-se,é um espaço onde se procura aceitar dores antigas e abraçar a fragilidade humana. Um romance que é uma elegia à beleza imperfeita da vida.

Um livro que aconselho vivamente.

domingo, 16 de setembro de 2018

Coração mais que Perfeito de Sérgio Godinho

Autografo e dedicatória dado à Idalisa pelo Sérgio Godinho.
Coração mais que Perfeito é o título do primeiro romance de Sérgio Godinho e conta a história de Eugénia, “de quem se recorda o destino inverosímil, os desaires e os momentos de felicidade, a infinita capacidade de se reerguer e de continuar a viver”.
É uma narrativa que percorre os temas que Sérgio Godinho sempre cantou. Vitórias e derrotas, amor, sexo, família, livros e palcos. Como as vidas se entrelaçam, se encontram e se perdem.
Esta é a história de Eugénia, de quem se recorda o destino inverosímil, os desaires e os momentos de felicidade, a infinita capacidade de se reerguer e de continuar a viver em Portugal e em França, na adolescência e na idade adulta, na desilusão e na alegria (e na sua relação com os livros e com o sexo). É também a história de Artur, uma espécie de funâmbulo que atravessa (quase) todos os abismos. E a de todas as personagens que vivem em trânsito do passado para o presente, ao longo de uma história de amor invulgar e de desenlace inesperado.
Uma história torneada, daquelas com que os humanos tentam fazer compreender a sua espécie às constelações mais longínquas. Trívia, artes musicais e pictóricas, ruídos tirados da natureza, de riachos, uma obra-prima da leitura em várias línguas, objectos do dia-a-dia, um bilhete para uma viagem romântica a dois, telemóveis com carregador, um saca-rolhas, e um preservativo, talvez o artefacto mais intrigante para qualquer extraterrestre.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Jogos de Raiva - Rodrigo Guedes de Carvalho

Dedicatória e autografo do escritor Rodrigo Guedes de Carvalho no livro Jogos de Raiva a sua última obra.  
SINOPSE
Um homem levanta a voz acima da algazarra de conversas. E pede que ponham mais alto o som do televisor do restaurante. É então que todos reparam no que ele vê. Não percebem ou não acreditam. E na rua, no bairro, na cidade, no país, homens, mulheres e crianças vão-se calando. Está por todo o lado, a imagem horrível e hipnotizante. O homem que pediu silêncio leva as mãos à cara e pensa: como chegámos aqui?

A era da comunicação global trouxe inimagináveis maravilhas. Partilhas imediatas de ensinamentos, denúncias e solidariedades. Mas permitiu também que saísse das cavernas uma realidade abjecta. Insultos, ameaças, ironias maldosas. Nunca, como hoje, a semente do ódio foi tão espalhada. 

É sobre este pano de fundo que se conta a história de uma família. Três gerações a olhar para um futuro embriagado num estado de guerra. Uma família que esconde, enquanto puder, um segredo. 
Jogos de Raiva traça duros retratos sem filtro sobre medos e remorsos, sobre o racismo, a depressão, a sexualidade, o jornalismo, a adopção, a arte e a amizade. E o poder das histórias. 
É sobre a urgência da confiança, da identidade e do amor. 

É um livro sobre todos nós, à deriva num novo mundo

O escritor Rodrigo Guedes de Carvalho na apresentação do seu último livro no Centro de Artes em Sines na companhia do livreiro Joaquim Gonçalves da livraria A das Artes em Sines.





Ora aqui estou eu  na sessão de autógrafos e ainda deu para trocar umas "chalaças" com o bem disposto Rodrigo Guedes de Carvalho.

Marcador de Livros - Rodrigo Guedes de Carvalho


Marcador de livros  com algum dos livros do Rodrigo Guedes de Carvalho.

Rodrigo Guedes de Carvalho nasceu em 1963, no Porto.

Recebeu o Prémio Especial do Júri do Festival Internacional FIGRA, em França, com uma Grande Reportagem sobre urgências hospitalares (1997).

Estreou-se na ficção com o romance Daqui a nada (1992) vencedor do Prémio Jovens Talentos da ONU. 
Seguiram-se-lhe A Casa Quieta (2005), Mulher em Branco (2006) e Canário (2007). 

Elogiado pela crítica, foi considerado uma das vozes mais importantes da nova literatura portuguesa. 

É ainda autor dos argumentos cinematográficos de Coisa Ruim (2006) e Entre os Dedos (2009), e da peça de teatro Os pés no arame (estreada em 2002, com nova encenação em 2016).

Regressa ao romance com O Pianista de Hotel (2017).

Marcador - Ensina-me a voar sobre os telhados


Marcador  do livro Ensina-me a voar sobre os telhados do João Tordo da editora Companhia das Letras.

SINOPSE DO LIVRO

1917. Por desonrar o nome da família, o jovem Katsuro é exilado pelo seu próprio pai, um poderoso governador, num ilhéu inóspito. Abandonado, o rapaz irá deparar-se, pela primeira vez, com o terrível segredo da família Tsukuda, enquanto luta para sobreviver à fome, à sede e à culpa.

Lisboa, cem anos depois. No Liceu Camões, um dos mais antigos da cidade, um professor de Geografia suicida-se numa sala de aula. O nosso narrador, funcionário do liceu e alcoólico em recuperação, decide inaugurar uma reunião semanal para ajudar os colegas a superar o choque. Numa noite de Inverno, um misterioso desconhecido aparece no encontro. É japonês e chama-se Tsukuda. O seu estranho comportamento desperta no narrador um fascínio doentio. Ambos são perseguidos pelo passado, ambos desejam o impossível.


Algures entre o sonho e a mais pura realidade, Ensina-me a voar sobre os telhados é um lugar onde um pai e um filho aprendem a amar-se,é um espaço onde se procura aceitar dores antigas e abraçar a fragilidade humana. Um romance que é uma elegia à beleza imperfeita da vida.

Marcador de Livros - Miguel Torga


Marcador de livros  com algum dos livros do escritor Miguel Torga.


Miguel Torga pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha, autor de uma produção literária vasta e variada, largamente reconhecida. Nasceu em S. Martinho de Anta em 1907. Depois de uma experiência de emigração no Brasil durante a adolescência, cursou Medicina em Coimbra, onde passou a viver e onde veio a falecer em 1995. Foi poeta presencista numa primeira fase; a sua obra abordou temas bucólicos, a angústia da morte, a revolta, temas sociais como a justiça e a liberdade, o amor, e deixou transparecer uma aliança íntima e permanente entre o homem e a terra. Estreou-se com Ansiedades, destacando-se no domínio da poesia com Orfeu Rebelde, Cântico do Homem, bem como através de muitos poemas dispersos pelos dezasseis volumes do seu Diário; na obra de ficção distinguimos A Criação do Mundo, Bichos, Novos Contos da Montanha, entre outros. O Diário ocupa um lugar de grande relevo na sua obra. Também como escritor dramático, publicou três obras intituladas Terra Firme, Mar e O Paraíso. Recebeu o Prémio Camões em 1989 e o prémio Vida Literária (atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores) em 1992.

Marcador do livro Não se pode morar nos olhos de um gato


Marcador que vinha com o livro Não se pode morar nos olhos de um gato de Ana Margarida Carvalho.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Valério Romão - Autismo

Dedicatória e autografo que o Valério Romão teve a amabilidade de me dar no livro Autismo
SINOPSE
Trata-se da primeira abordagem literária de um tema que toca cada vez mais gente em Portugal. Este primeiro romance do Valério Romão dá-nos a experimentar, de um modo nunca óbvio, o impacto devastador da doença na família, mas também faz um retrato impiedoso da comunidade médica além de abordar, sempre de um modo fortemente literário, as inúmeras consequências do autismo. O romance, com um final inesperado, afirma-se como reflexão dinâmica e até aventurosa sobre a solidão, a impossibilidade de comunicar e o desespero…
«Eu acho que o Henrique é faltava só uma palavra, era o parto ao contrário, já tinha saído o corpo todo e faltava unicamente a cabeça da frase, o cérebro da frase, o complemento que dava o significado integral à frase e Rogério, como um carro que desaprendesse de arrancar à primeira, soluçava num martírio solitário as sílabas até que a frase, gradualmente, fosse na cabeça só som, perdesse o contorno do significado e fosse apenas a música aleatória que as consoantes fazem quando se acasalam com algumas vogais selectivas e Marta, do seu lado, esperava pelo fim da frase com os pés bem calcados no soalho do carro, com as mãos a agarrarem os estofos com a força possível, como todo o corpo eriçado como um gato a quem quisessem tirar da caixa no veterinário. O Henrique, Marta, eu acho que ele é autista.»
Um livro editado pela Abysmo em abril de 2012 e com magnificas ilustrações de Alex Gozblau 





Valério Romão numa sessão literária na livraria A das Artes em Sines com o livreiro e amigo Joaquim Gonçalves.

Eu com o Valério Romão.

terça-feira, 5 de junho de 2018

O Fogo Será a Tua Casa de Nuno Camarneiro


"Autografo e dedicatória do autor.

"Ao Francisco Oliveira, com um grande abraço.
Nuno Camarneiro
Maio 2018"


Descrição da Contracapa:

O escritor Nuno Camarneiro decide viajar até uma zona de guerra no Médio-Oriente para melhor entender as razões do conflito e de quem nele participa, juntando-se a um jornalista turco. Mas o que começa por ser uma visita de estudo transforma-se rapidamente num pesadelo, quando ambos são sequestrados por um grupo de fundamentalistas islâmicos e encerrados num barracão que partilham com outras vítimas: uma freira ortodoxa, um engenheiro holandês, um soldado americano e um francês misterioso e suicida. Ao longo de várias semanas, terão de encontrar estratégias de sobrevivência para não enlouquecerem nem perderem a esperança: contam histórias, revisitam memórias, inventam jogos e vidas inteiras, tornam-se guerrilheiros da ficção.
Numa guerra entre homens, ideias, deuses e civilizações, não há partes neutras, e é difícil distinguir as vítimas dos agressores. A verdade escreve-se em muitas línguas, como as histórias, os romances e os sonhos de cada um. 



Marcador de Livros - Nuno Camarneiro


Marcador de livros  com algum dos livros do Nuno Camarneiro.

Nuno Filipe Camarneiro Mendes (Coimbra, Sé Nova, 17 de Agosto de 1977), escritor e professor universitário português.

Formou-se em Engenharia Física pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, trabalhou no CERN e doutorou-se em Florença em Ciências aplicadas ao Património Cultural. É investigador na Universidade de Aveiro e docente na Universidade Portucalense.
Em 2011 publicou o seu primeiro romance "No Meu Peito Não Cabem Pássaros" e em 2013 "Debaixo de Algum Céu" com o qual venceu o Prémio LeYa.

É editado na LeYa por Maria do Rosário Pedreira.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Valério Romão - Da Família

Autografo e dedicatória do autor Valério Romão.
"Ao Francisco
Uma família caótica"
Na capa, um pequeno espelho, que o tempo e o uso riscarão, lembra que ninguém, nenhum dos incautos leitores, consegue escapar do retrato de família, uma qualquer família.

SINOPSE
Valério Romão, um dos mais desafiantes escritores da actualidade, regressa com um conjunto de 11 contos, alguns deles anteriormente publicados em revistas como a Granta ou Egoísta. Com estilo de grande crueza lírica, expande aqui o seu universo para o tema omnipresente da família, desenhando com nitidez extraordinárias personagens. Ninguém fica indiferente a estas páginas.
«O nascimento do Rogério foi a coisa mais bonita a acontecer-nos enquanto casal, diria mesmo que o foi o momento pelo qual ambos esperávamos como se de um crisma se tratasse e ele viesse de frança, do céu, do bico de uma cegonha, cansada daqueles três quilos e oitocentos confirmar  finalmente  a  nossa  união,  por  não  podermos  nunca  mais,  desde  o  advento  do  cristianismo, sermos só e apenas dois: a unidade é a trindade, repetia-me a Marta, no lusco-fusco, quando esgotados  e satisfeitos de muitas formas distintas caíamos, um em cima do outro, fruta madura num alguidar de linho à espera do consolo da noite e do silêncio.»
 Valério Romão na apresentação do livro na Livraria A das Artes em Sines, numa agradável conversa em fim de tarde.



VALÉRIO  ROMÃO  nasce  em  França,  nos  idos  de  1974.  Aos  dez  anos  muda-se  para  Portugal,  onde  continua  os estudos que desembocarão em Filosofia, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas de Lisboa. Para além de  tech geeke de eterno aprendiz de dançarino, tem publicado contos (revistas  Granta,  Magma, Construções Portuárias), escrito peças de teatro (Posse, Teatro da Trindade ou A Mala, CCB/Box Nova, por exemplo) e assinado traduções de Samuel Beckett ou Virginia Woolf (para a editora Aguasfurtadas), cujo universo revisitou também em instalações.
Eu com o Valério Romão.
Sines, 17.05.2018

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