Seguidores

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

No Outono - Karl Ove Knausgård


 «28 de Agosto. Agora no momento em que escrevo isto, não sabes nada, nada do que te espera, do mundo a que vais chegar. E eu nada sei de ti. Vi uma imagem na ecografia, e pus uma mão sobre o ventre em que estás, é tudo. Faltam seis meses para nasceres e muito pode acontecer durante esse tempo, mas eu creio que a vida é forte e inexorável, e creio que tudo se vai passar bem contigo e que vais nascer perfeita, saudável e forte. Vir à luz, diz-se. Quando a tua irmã mais velha, a Vanja, nasceu, era de noite, uma das parteiras puxou-me, tu vais recebê-la, disse ela, e foi o que fiz, um bebé deslizou para as minhas mãos, escorregadio como uma foca. Eu estava feliz, até chorei. Quando a Heidi nasceu, um ano e meio mais tarde, era outono e o céu estava encoberto, o tempo estava frio e húmido como pode estar em Outubro, ela chegou de manhã, o parto foi rápido, e quando a cabeça estava de fora, mas não o resto do corpo, ela emitiu um pequeno som com os lábios, foi um momento tão sereno »



Capa e ilustrações do livro de Vanessa Baird.





Esta ilustração faz lembrar os trabalhos da pintora Paula Rego.


Karl Ove Knausgård nasceu em Oslo, na Noruega, a 6 de Dezembro de 1968 e cresceu em Tromøya e em Kristiansand. Estudou Artes e Literatura na Universidade de Bergen.
Publicou o seu primeiro romance aos 30 anos, Ute av verden, que recebeu o Prémio da Crítica Literária Norueguesa, nunca antes atribuído a uma primeira obra.
No Outono de 2009, Knausgård iniciou um projecto literário singular, a obra autobiográfica A Minha Luta, composta por seis extensos volumes. Com ela obteve vários prémios no seu país, recebeu elogios de escritores e críticos e conquistou centenas de milhares de leitores nas muitas línguas para que foi traduzida, eu fui um deles.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Lavoura Arcaica


Marcador de livros da editora Companhia das Letras no livro a Lavoura Arcaica de Raduan Nassar.

"Respondia sempre com um arroto tosco que valia por todas as ciências, por todas as igrejas e por todos os seremões do pai."


Lavoura Arcaica

Publicado em 1975, constituiu uma revelação e uma revolução, conquistando o estatuto de clássico da literatura brasileira.

Lavoura Arcaica, obra de Raduan Nassar, traz uma narrativa pesada, cheia de confusões; protestos; abstenções; amor de irmão com irmã deixando a narrativa ostensiva e cansativa. André se vê diferente de todos que cheio de pressões resolve fugir de casa, fato que remonta bem à narrativa bíblica do filho pródigo.

É um texto onde se entrelaçam o novelesco e o lírico, através de um narrador em primeira pessoa. André, o filho encarregado de revelar o avesso de sua própria imagem e, consequentemente, o avesso da imagem da família. Lavoura Arcaica é sobretudo uma aventura com a linguagem.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Em Nome da Ordem - Norberto Horta


 Autografo e dedicatória do escritor Norberto Horta no livro Em Nome da Ordem.
Em Nome da Ordem é o primeiro livro de Norberto Horta e também desta editora a Simon's Boocks.


Com este livro viajamos até 1450 acompanhados pelo mestre João da Piedade que empreende uma viagem de Palmela a Ferreira do Alentejo para adquirir cavalos para Sua Majestade o Rei. Numa viagem que devia de ser pacifica muita coisa vai acontecer e fazem com que o mestre se equacione se vale ainda a pena com a idade que tem fazer este tipo de missões, assim decide retirar-se da ordem e dedicar-se a uma vida pacata em Ferreira e será que o filho o Grão-Mestre e o próprio Rei estão de acordo.

Nada melhor que ler esta interessante história, muito bem escrita e de leitura muito agradável. 
Norberto Horta nasceu em 1981, em Figueira dos Cavaleiros. Topógrafo de profissão, foi desde cedo um apaixonado por História e pela sua aldeia. Trabalhou em diversos pontos no sul do país, embora quase sempre fora da sua região, apregoando sempre orgulhosamente as suas origens alentejanas. Em Nome da Ordem - Os Cavaleiros da Figueira é o seu primeiro livro.


Norberto Horta na Livraria A das Artes em Sines para apresentação da sua primeira obra.

No dia 18 de Outubro de 2017 tive a enorme surpresa de receber um mail do Norberto Horta que aqui partilho.

Olá, boa tarde…
Hoje, sem querer, tropecei no seu blogue que achei bastante interessante. É de louvar o seu interesse em partilhar com o mundo os livros e autores que lhe chegam às mãos. Em Fevereiro de 2017 partilhou com o seu público o livro “Em Nome da Ordem – Os Cavaleiros da Figueira” do qual fui o autor. Desde já lhe agradeço por me colocar ao lado tão grandes nomes da nossa literatura da qual eu não faço parte. Sou apenas alguém que fez algo sem qualquer pretensão de fama ou receitas monetárias, alguém que adora Historia e que ama a sua terra natal da qual não existe uma explicação sobre a sua origem. Daí, eu ter misturado algumas lendas sobre a mesma a um sem número de factos reais e dessa união ter nascido uma estória que mistura a ficção com a realidade, confundindo o leitor que, a dada altura, não sabe o que é ou não verdade. Acima de tudo deu-me muito prazer em escrever, dá-me um prazer enorme os leitores questionarem-me sobre determinados trechos do livro, os factos verídicos que aprendi sobre a minha terra, tudo isto encheu-me de prazer e satisfação…  e, ainda o livro não tinha chegado ao público, já a sequela ia sendo rabiscada num caderno que me acompanha para todo o lado. Posso adiantar que será algo bastante mais cuidado, um enredo muito mais complexo, vários personagens novos (alguns verídicos), o números de páginas serão certamente muito mais do dobro, etc… O processo está ainda muito atrasado mas julgo estar no bom caminho…
Resumindo:
A verdadeira intensão deste mail que lhe envio é agradecer-lhe a divulgação que fez e que faz a alguém (que não é ninguém neste mundo) como eu.
 Muito, muito, muito obrigado.

Um grande abraço.

Norberto Horta



Prosa Completa de Mário de Sá Carneiro



Prosa Completa de Mário de Sá Carneiro

SINOPSE

Aqui se reúne o essencial da prosa de Mário de Sá-Carneiro, autor maior do Modernismo português a par do seu amigo Fernando Pessoa. Incluem-se neste volume os contos de juventude publicados na revista Azulejo, o seu primeiro livro de contos Princípio, e as suas narrativas maiores A Confissão de Lúcio e Céu em Fogo, excluindo-se apenas alguns textos dispersos que não assumem grande relevância no conjunto da obra do autor. Esta obra tem ainda uma cronologia biográfica da autoria de Fernando Pinto do Amaral.

A Confissão de Lúcio, provavelmente a sua narrativa mais conhecida e emblemática, foi considerada por José Régio uma obra-prima, onde estão presentes três das suas obsessões: o suicídio, o amor e o anormal avançando até à loucura. Foi publicada pelo poeta em 1914.

Texto: https://www.wook.pt/livro/mario-de-sa-carneiro-mario-de-sa-carneiro/17651864

Pai Nosso


Pai Nosso romance estreia de Clara Ferreira Alves 

SINOPSE

"Porque tens medo desta história? Porque não sei se consigo contá-la direito." 

Neste livro, Beatriz, uma professora de estudos do Médio Oriente em Inglaterra, conta-nos a história de Maria ou Marie ou O Fantasma, fotógrafa de guerra de origem portuguesa que se tornou um ícone mundial.


Maria testemunhou tudo o que havia para testemunhar nos conflitos religiosos que assolam o mundo há mais de vinte anos, com relevo para a crise do Médio Oriente. Como foi possível chegarmos a este estado? Israel, Iraque, Afeganistão, Turquia, Síria, Marrocos, Nova Iorque, Londres, Paris, Lisboa. Geografias que se cruzam sucessivamente e onde se projetam acontecimentos inesperados.

Texto: https://www.wook.pt/livro/pai-nosso-clara-ferreira-alves/17001760

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Traços do Extremo Oriente - Wenceslau de Moraes


Livro de um autor que muito admiro pela sua obra e percurso de vida que é muito mal divulgado em Portugal, no Japão onde viveu é um autor de culto e estudado nas Universidades. A sua obra infelizmente só se encontra e com muita dificuldade em alfarrabistas.

Traços do Extremo Oriente da Editora Parceria A.M.Pereira numa 3ª edição de 1971 com 265 paginas.

Neste livro é patente o fascínio do autor pelo Oriente, em especial pelo Japão, consta, neste livro, em uma série de capítulos que tratam de suas Recordações do Sião, Lembranças da China e Saudades do Japão


 Algumas belas gravuras de pinturas que o autor foi coleccionando ao longo da sua vida em terras orientais.






quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Leituras 2016



Aqui está a minha lista de livros lidos no ano passado (2016) que não foi dos anos mais produtivos em leituras, mas infelizmente o tempo não dá para tudo e tive de tomar opções por motivos de saúde, comecei a fazer caminhadas e o grande sacrificado foram os livros.

01 - Um Homem Apaixonado - Karl Ove Knausgärd

02 - A Ilha da Infância - Karl Ove Knausgärd
03 - Stoner - John Edward Williams
04 - Astronomia - Mário Cláudio
05 - Flores - Afonso Cruz
06 - O dia em que Estaline encontra Picasso na biblioteca - Alice Cruz
07 - O Coro dos Defuntos - António Tavares
08 - Butcher's Crossing - John Edward Williams
09 - A Mulher da Lama - Joyce Carol Oates
10 - A Amiga Genial - Elena Ferrante
11 - História do Novo Nome - Elena Ferrante
12 - História de Quem Vai e de Quem Fica - Elena Ferrante
13 - História da Menina Perdida - Elena Ferrante
14 - Viagem a Itália - Goethe
15 - Prosa Completa - Mário de Sá Carneiro
16 - A Casa em Paris - Elizabeth Bowen
17 - Pai nosso - Clara Ferreira Alves
18 - Com os Holandeses - J. Rentes de Carvalho
19 - Os Anagramas de Varsóvia - Richard Zimler
20 - A Sentinela - Richard Zimler
21 - O Ultimo Cabalista de Lisboa - Richard Zimler
22 - A Sétima Porta - Richard Zimler
23 - Cinco Esquinas - Mário Vargas Llosa
24 - Hotel Locarno - António Mega Ferreira
25 - Longe de Manaus - Francisco José Viegas
26 - A Poeira que Cai Sobre a Terra - Francisco José Viegas
27 - O Paraíso Segundo Lars D. - João Tordo
28 - Homens Bons - Artur Perez-Reverte
29 - A Sul de Nenhum Norte - Charles Bukowski
30 - Na Sopa de Miso - Ryu Murakami
Se tivesse que eleger três livros da lista de leituras de 2016, o que não é nada fácil, escolheria a série A Minha Luta de Karl Ove Knausgärd uma autobiografia romanceada muito interessante e com uma escrita aliciante e que já vai no quarto volume, O Stoner de John Edward Williams e por último a Prosa Completa de Mário de Sá Carneiro.



domingo, 25 de dezembro de 2016

Livros de Natal 2016


Mais um Natal que passou e este deixou alguns livros no meu sapatinho, para enriquecer a minha biblioteca e fazer as minhas "delicias".

Eis os livros:



A Bússola de Mathias Enard
Norwegian Wood de Haruki Murakami
Lavoura Arcaica de Raduan Nassar
Quando ela era boa de Philipe Roth
Nem todas as baleias voam de Afonso Cruz
O Físico Prodigioso de Jorge de Sena
Dança no escuro de Karl Ove Knausgärd



O livro do Afonso Cruz que a minha filha Nádia me ofereceu neste Natal, foi ela que fez este belo e original embrulho que muito gostei. Muito obrigado Nádia e que nunca te falte a inspiração artística.


E este embrulho trazia o livro a Bússola que foi oferta de Natal da minha filha Teresa que ela comprou na Livraria Lello no Porto, conforme se pode ver pelo selo da livraria.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A Máquina de Fazer Espanhóis - Valter Hugo Mãe

Dedicatória e autografo do escritor Valter Hugo Mãe.
A Máquina de Fazer Espanhóis

Esta é a história de quem, no momento mais árido da vida, se surpreende com a manifestação ainda de uma alegria. Uma alegria complexa, até difícil de aceitar, mas que comprova a validade do ser humano até ao seu último segundo. a máquina de fazer espanhóis é uma aventura irónica, trágica e divertida, pela madura idade, que será uma maturidade diferente, um estádio de conhecimento outro no qual o indivíduo se repensa para reincidir ou mudar. O que mudará na vida de antónio silva, com oitenta e quatro anos, no dia em que violentamente o seu mundo se transforma? 

Críticas de imprensa

«[...] com este livro, Valter Hugo Mãe aproxima-se a passos largos (e seguros) da maturidade plena.»
Eduardo Pitta, Público

«Um romance poderoso.»
José Mário Silva, Expresso

«Ler vhm é entrar numa viagem feita de imprevisibilidade enquanto estado humano de absoluta surpresa e espanto, de fortuitidade, de acaso, de percurso animado de múltiplos acidentes e peripécias que desviam a personagem de atingir o seu objectivo, atrasando-o, jogando-o por caminhos e situações insólitas e por sentimentos e estados interiores que lhe são totalmente desconhecidos, forçando-o a ceder ou a resistir, a recuar ou a avançar, a hesitar e a conciliar.»
Miguel Real, JL (less)




quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Isabel Rio Novo - Rio do Esquecimento

Autografo e dedicatória da escritora Isabel Rio Novo.
"Para o Francisco, espero que goste de navegar por este rio, com um grande beijinho da Isabel Rio Novo"

Rio do Esquecimento

Inverno de 1864. Sentindo a morte a aproximar-se, Miguel Augusto regressa do Brasil, onde enriqueceu, e instala-se no velho burgo nortenho, no palacete conhecido como Casa das Camélias, com a intenção de perfilhar Teresa Baldaia e torná-la sua herdeira. No mesmo ano, Nicolau Sommersen pensa em fazer um bom casamento, não só para recuperar o património familiar que o tempo foi esfarelando, mas sobretudo para fugir à paixão que sente por Maria Adelaide Clarange, senhora casada e mãe de três filhos. Maria Ema Antunes, prima de Nicolau e governanta da Casa das Camélias, hábil e amargurada com a sua vida, urdirá entre todos uma teia de crimes, segredos e vinganças.
Subvertendo as estratégias da narrativa histórica, com saltos cronológicos que deixam o leitor em suspenso mesmo até ao final, Rio do Esquecimento descreve com saboroso detalhe a sociedade portuense de Oitocentos e assinala o regresso à ficção portuguesa de uma escrita elegante que consegue tornar transparente a sua insuspeitada espessura.

«Uma técnica inteligente, uma bela escrita, um alto voo da imaginação.» 
Mário Cláudio


Isabel Rio Novo nasceu no Porto em 1972. Doutorada em literatura comparada, é docente no ensino superior de Escrita Criativa e outras disciplinas nas áreas da literatura e do cinema. Autora de várias publicações no âmbito dos estudos intermédia, das literaturas portuguesa e francesa e da teorização literária, já integrou o júri de vários prémios literários e de fotografia. Gosta de dizer poesia, embora não a escreva. Como ficcionista, começou a publicar dispersamente desde a adolescência. Em 2004, escreveu a novela O Diabo Tranquilo, em colaboração com o poeta Daniel Maia-Pinto Rodrigues. Em 2005, viu o romance A Caridade distinguido com o Prémio Literário Manuel Teixeira Gomes. Em 2014, publicou o volume de contos Histórias com Santos. O romance Rio do Esquecimento foi finalista do Prémio LeYa 2015.

Marcador de Livros - Rio do Esquecimento


Marcador de Livros - Isabel Rio Novo com o livro Rio do esquecimento da Editora Dom Quixote.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Paulo M. Morais - Uma Parte Errada de Mim

 Autografo e dedicatória do escritor Paulo Morais.
"Para o Francisco esta -Uma parte errada de mim- com um obrigado pela leitura e um abraço dos certos"

Uma parte errada de mim
Paulo M. Morais

Em meia dúzia de meses, Paulo M. Morais ficou sem trabalho, terminou um relacionamento de doze anos e viu-se obrigado a vender a casa. Embora derrotado pelas circunstâncias, queria estar à altura dessa nova etapa de vida e concentrou-se na missão de cuidar da filha pequena e reatar os laços com a avó centenária que o criara. Sobreveio, então, um estranho cansaço, uma exaustão que a médica de família inicialmente atribuiu às pressões de um ano atípico. Podia ser. E, porém, depois de vários sustos e vinte horas nas Urgências do hospital, a verdade veio ao de cima: tinha um linfoma.
Durante o tratamento de oito ciclos de quimioterapia (em que a leitura foi a sua grande companhia), começou a escrever sobre a sua experiência. Mas este livro, embora inclua dados sobre os exames, os internamentos ou os efeitos secundários da medicação, está longe de ser um diário da doença; representa acima de tudo uma revisitação do passado, uma reflexão sobre o valor da vida e a real importância das coisas e das pessoas, o elogio do amor e da paternidade, uma busca contínua das diferentes partes erradas – e certas – que constituem um ser humano que tem de confrontar-se diariamente com o espectro da morte.
Uma Parte Errada de Mim não é, pois, apenas MAIS um testemunho sobre o cancro. É uma reflexão magistral sobre a condição humana, escrita com a beleza e a cadência de um romance no qual se aguarda um final feliz.


Paulo M. Morais nasceu em Fevereiro de 1972 e cresceu nos arredores de Lisboa entre futebóis de rua, livros de aventuras e matinés de filmes clássicos. Licenciado em Comunicação Social, trabalhou como jornalista em imprensa e multimédia. Cumpriu um sonho de jovem ao fazer crítica de cinema no portal Terravista. Em 2005, pôs uma mochila aos ombros e partiu para dar a volta ao mundo. Oito meses depois, ao regressar, especializou-se nos temas de gastronomia e viagens. Quando finalmente se aventurou na escrita de romances, descobriu uma nova paixão. E nunca mais conseguiu deixar de inventar personagens e ficcionar histórias.

Em Abril de 2013, publica Revolução Paraíso, pela Porto Editora. Em Novembro de 2014 chega a vez de Estrada de Macadame, o seu primeiro romance inédito, ser lançado pela Coolbooks. Entre outros projectos, como o Colectivo NAU – Novos Autores Unidos, está a escrever um Romance Passageiro nas redes sociais, obra de ficção interactiva sem rumo ou final pré-definidos.

Publicou o romance O último poeta, na Poética e, em 2015, foi finalista do Prémio Leya com romance ainda não publicado.

Entretanto, já em 2016, publica Uma parte errada de mim.

Marcador de Livros - Uma parte errada de mim


Marcador de livros do Paulo M. Morais - Uma parte errada de mim da editora Casa das Letras.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

João Tordo - O Paraíso Segundo Lars D.

Dedicatória e autografo do escritor João Tordo no livro O Paraíso Segundo Lars D.

SINOPSE

Numa manhã de Inverno, Lars sai de casa e encontra uma jovem a dormir no seu carro. Ele é um escritor sexagenário e, poucas horas mais tarde, parte em viagem com a jovem deixando para trás um casamento de uma vida inteira e um romance inédito.
Este livro aparece na sequência do livro O luto de Elias Gro e vai sair um terceiro livro em breve, segundo consta talvez lá para Março do próximo ano.





No passado dia 22 de Outubro, o escritor João Tordo esteve na Biblioteca de Santo André para apresentar o seu último livro O Paraíso Segundo Lars D. aos seus leitores e seguidores que apareceram em bom numero, tendo sido uma conferência muito agradável, pois o João Tordo é um bom conversador.


 João Tordo nasceu em Lisboa em 1975. Licenciou-se em Filosofia e estudou Jornalismo e Escrita Criativa em Londres e Nova Iorque. Em 2001, venceu o Prémio Jovens Criadores na categoria de Literatura. Publicou os romances O Livro dos Homens sem Luz (2004); Hotel Memória (2007); As Três Vidas (2008), que recebeu o Prémio Literário José Saramago e cuja edição brasileira foi, em 2011, finalista do Prémio Portugal Telecom; O Bom Inverno (2010), finalista do prémio Melhor Livro de Ficção Narrativa da Sociedade Portuguesa de Autores e do Prémio Literário Fernando Namora e cuja tradução francesa integra as obras seleccionadas para a 6.ª edição do Prémio Literário Europeu; e Anatomia dos Mártires (2011), finalista do Prémio Literário Fernando Namora, entre outros.

Os seus livros estão publicados em França, Itália, Brasil, Sérvia e Croácia. Trabalha como cronista, tradutor, guionista e formador em workshops de ficção.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...