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quinta-feira, 5 de maio de 2022

As Pessoas Invisíveis

Dedicatória e autografo do José Carlos Barros no livro "As Pessoas Invisíveis" que apresentou em Sines na livraria A das Artes.
SINOPSE
Em 1980, é encontrado em Berlim um caderno que relata a descoberta, em terras portuguesas, de uma jazida de ouro, segredo que levará o leitor aos anos da Segunda Guerra Mundial, à exploração de volfrâmio e à improvável amizade de um engenheiro alemão com o jovem Xavier Sarmiento, que descobre ter o dom de curar e se fascina com a ideia de poder. É a sua história, de curandeiro e mágico a temido chefe das milícias, que acompanharemos ao longo do romance, assistindo às suas curas e milagres, bem como aos amores clandestinos e à fuga intempestiva para África.

Percorrendo episódios da vida portuguesa ao longo de cinco décadas - das movimentações na raia transmontana durante a Guerra Civil de Espanha à morte de Francisco Sá Carneiro -, As Pessoas Invisíveis é também a revisitação de um dos eventos mais trágicos e menos conhecidos da nossa História colonial: o massacre de um grande número de nativos forros, mostrando como o fim legal da escravatura precedeu, em muitas dezenas de anos, a sua efectiva abolição.

Entre realismo e magia, poder e invisibilidade, ignomínia e sobressalto, o presente romance, de uma maturidade literária exemplar, foi o vencedor do Prémio LeYa em 2021.

José Carlos Barros (Boticas, 1963) é licenciado em Arquitetura Paisagista pela Universidade de Évora e vive no Algarve, em Vila Nova de Cacela. A sua atividade profissional tem sido exercida nos domínios do ordenamento do território e da conservação da natureza. Foi diretor do Parque Natural da Ria Formosa. É autor, entre outros, dos livros de poesia Uma Abstracção Inútil, Todos os Náufragos, Teoria do Esquecimento, Pequenas Depressões (com Otília Monteiro Fernandes) e As Leis do Povoamento (editado também em castelhano). Com Sete Epígonos de Tebas venceu o Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama 2009. Em 2003 estreou-se na prosa com O Dia em Que o Mar Desapareceu. Venceu vários prémios literários (com destaque para o Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama, que lhe foi atribuído duas vezes) e os seus textos poéticos estão publicados em vários países. O Prazer e o Tédio foi o seu primeiro romance, seguido de Um Amigo Para o Inverno (Casa das Letras, 2013), com o qual foi finalista do Prémio LeYa em 2012. Os seus livros mais recentes (poesia) são os seguintes: O Uso dos Venenos, ed. Língua Morta (2ª edição, 2018), A Educação das Crianças, ed. Do Lado Esquerdo Editora, 2020, Estação – Os Poemas< do DN Jovem, 1984-1989, ed. On y Va, 2020, e Penélope Escreve a Ulisses, Edições Caixa Alta, 2021.

15 comentários:

  1. Parece un libro muy interesante. ¿ Está traducido en castellano ? Besos.

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  2. Seems like a very interesting book from what I can gather, but without a translation it is difficult.

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  3. Gosto muito de blogs que apresentam dicas de livros. Parece ser bem interessante, abraços https://botecodasletras2.blogspot.com/

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  4. Sounds a nice book to read, I loved the cover of the book

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  5. Looks like an interesting book. Thanks for sharing. Have a great week.

    Annie,
    Annies Food Diary

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  6. Um maravilhoso livro, é sempre bom conhecer bons livros, abraços.

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  7. Best regards to you! Take a look on my new painting on my blog.

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  8. Deve ser bem interessante, de facto.

    Como sempre, a legislação demora a ser cumprida o terreno, infelizmente

    Abraço, boa noite :)

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  9. Books with a mystery in the background are always interesting.

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  10. Los libros nos pueden ayudar a no caer en las redes de tantos iluminados...

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  11. Amar a los libros es amar a la cultura.

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