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quarta-feira, 29 de julho de 2015

LESLEY PEARSE - A Promessa


Autografo da escritora Lesley Pearse no livro "A Promessa".


A Promessa de Lesley Pearse

Sinopse

No início de Julho de 1914, a Europa vive os seus últimos dias de inocência.

A jovem Belle realizou os seus sonhos. A uma infância pouco comum seguiram-se anos dramáticos, ao longo dos quais quase cedeu ao desespero. Mas a sua coragem e determinação prevaleceram. A sua vida é agora feliz. Está casada com Jimmy, o seu primeiro amor, e conseguiu abrir a elegante loja de chapéus que sempre desejou. Mas a História do mundo está prestes a mudar. A I Guerra Mundial vai arrastar consigo milhões de pessoas. Belle e Jimmy abdicam de tudo para defenderem o seu país. São ambos destacados para França, onde Jimmy vai arriscar a vida nas trincheiras e Belle conduz uma ambulância da Cruz Vermelha. É um tempo de devastação sem precedentes em que sobreviver a cada dia representa uma vitória. E é quando o passado menos ocupa os seus pensamentos que Belle será obrigada a confrontá-lo pela derradeira vez.

Bastará um momento. Um homem. Um olhar.
Entre a luta pela sobrevivência, uma paixão proibida e a lealdade devida a um grande amor, Belle está perante uma escolha impossível. Mas ao viver na pele um dos mais sangrentos conflitos da História, terá ela poder sobre o seu destino?

A Promessa é a continuação da história de Belle, a inspiradora heroína de Sonhos Proibidos.




Lesley Pearse
Uma das escritoras preferidas do público português, Lesley Pearse nascida no Reino Unido é autora de uma vasta obra já traduzida para mais de trinta línguas, tendo vendido cerca de três milhões de exemplares. A própria vida da escritora é uma grande fonte de material para os seus romances, quer esteja a escrever sobre a dor do primeiro amor, crianças indesejadas e maltratadas, adopção, rejeição, pobreza ou vingança, uma vez que conheceu tudo isto em primeira mão. Ela é uma lutadora, e a estabilidade e sucesso que atingiu na sua vida deve-os à escrita. Com o apoio da editora Penguin, criou o Women of Courage Award para distinguir mulheres comuns dotadas de uma coragem extraordinária. Para além de Segue o Coração. Nunca Olhes para Trás, na ASA estão já publicados com grande sucesso os seus romances Nunca Me Esqueças e Procuro-te.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

A Sombra do Vento


A Sombra do Vento de Carlos Ruiz Zafrón, um livro sobre outro livro, cheio de cenas fantásticas e maravilhosas que merece ser lido.

Excertos:

" Cresci no meio de livros, fazendo amigos invisíveis em páginas que se desfaziam em pó cujo cheiro ainda conservo nas mãos "


"Ainda me lembro daquele amanhecer em que o meu pai me levou pela primeira vez a visitar o cemitério dos Livros Esquecidos. Desfiavam-se os primeiros dias do Verão de 1945 e caminhávamos pelas ruas de uma Barcelona apanhada sob céus de cinza e um sol de vapor que se derramava sobre a Rambla de Santa Mónica numa grinalda de cobre líquido.
- Não podes contar a ninguém aquilo que vais ver hoje, Daniel - advertiu o meu pai. - Nem ao teu amigo Tomás. A ninguém."

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Leitura de Verão


Felizmente a minha família continua a ter o salutar hábito de me oferecer livros pelo meu aniversário. Este ano mais uma vez não fugiram à saudável rotina e lá veio mais uns quantos livros que vão dar bastante jeito para as férias, pois já estava a ficar sem livros para ler.


Ler é um hábito poderoso que nos faz conhecer mundos e ideias.


quarta-feira, 1 de julho de 2015

LIVRARIA UNIVERSO - Setúbal



Livraria Universo pequena mas muito acolhedora, situada na Rua do Concelho mesmo ao lado da Câmara Municipal de Setúbal, no centro histórico da cidade.
Nesta livraria alfarrabista que é ponto de encontro de quem gosta de ler livros novos e antigos, somos recebidos com um atendimento acolhedor e personalizado.

Aconselhado pelo livreiro o amigo Raposo, comprei nesta livraria à alguns anos uma obra fantástica, “A Cidade de Deus” de Santo Agostinho em três volumes editados pela Fundação Calouste Gulbenkian. É uma das grandes obras da história. Trata-se da primeira tentativa de se interpretar o mundo e tudo que o mundo contém pela experiência da fé cristã.






quinta-feira, 18 de junho de 2015

No Meio do Caminho



No meio do caminho tinha uma pedra

Tinha uma pedra no meio do caminho
Tinha uma pedra
No meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento

Na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
Tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra.


Carlos Drummond de Andrade



segunda-feira, 1 de junho de 2015

Livraria Alfarrabista Galopim – Setúbal


Livraria e Alfarrabista Galopim um lugar bastante agradável onde se pode encontrar livros novos e antigos bem como gravuras, mesmo no centro histórico de Setúbal mais precisamente na Rua dos Correeiros.
No dia em que tirei estas fotos à livraria Galopim comprei em segunda mão por 5 euros um livro do Miguel Torga “Os Bichos”, livro com catorze pequenos contos, onde humanos e animais partilham características e também as vicissitudes da vida colocando questões fundamentais sobre a sociedade.


segunda-feira, 18 de maio de 2015

O PRAZER DE LER


Mais do que palavras, ler é saborear
Histórias tristes e belas, cenários de encantar
Mais do que ciência, ler é experimentar
Ler é sobretudo prazer… prazer de ler
Ler é não ter medo, ler é liberdade,
Ler é ser honrado, ser nobre, ser elevado
Ler é viajar, por terra, por rio e mar
Ler é sobretudo prazer… prazer de ler
Ler é ser capaz, ler é ser audaz
Ler é arriscado, por isso tem cuidado
Ler é vaguear de dia ou ao luar
Ler é sobretudo prazer… prazer de ler
Ler é mais que tudo o que possas imaginar
Ler é ser alguém, alguém que tem para dar
Dar e receber, dar para viver
Ler é sobretudo prazer… prazer de ler

Eliseu Alves



quinta-feira, 14 de maio de 2015

LIVRARIA DO SANTUÁRIO – Fátima

Livraria do Santuário integrada no interior do Santuário de Nossa Senhora de Fátima, oferece a quem a visita uma vasta quantidade de publicações de livros e revistas de carácter religioso.

Nesta visita à livraria descobri um livro de poemas de São João da Cruz que aproveitei para adquirir, ficando assim a minha biblioteca muito mais rica.



segunda-feira, 11 de maio de 2015

AL BERTO



Grafite de Al Berto o poeta e escritor retratado numa parede junto ao Centro de Artes de Sines.

Alberto Raposo Pidwell Tavares (1948-1997) 

Sines foi casa de Al Berto, um dos maiores poetas e uma das mais influentes figuras da literatura portuguesa da segunda metade do século XX, que eu tive o prazer de o conhecer pessoalmente em Sines.


É Preciso Repensar a Nossa Vida

É preciso repensar a nossa vida. Repensar a cafeteira do café, de que nos servimos de manhã, e repensar uma grande parte do nosso lugar no universo. Talvez isso tenha a ver com a posição do escritor, que é uma posição universal, no lugar de Deus, acima da condição humana, a nomear as coisas para que elas existam. Para que elas possam existir… Isto tem a ver com o poeta, sobretudo, que é um demiurgo. Ou tem esse lado. Numa forma simples, essa maneira de redimensionar o mundo passa por um aspecto muito profundo, que não tem nada a ver com aquilo que existe à flor da pele. Tem a ver com uma experiência radical do mundo. 
Por exemplo, com aquela que eu faço de vez em quando, que é passar três dias como se fosse cego. Por mais atento que se seja, há sempre coisas que nos escapam e que só podemos conhecer de outra maneira, através dos outros sentidos, que estão menos treinados… Reconhecer a casa através de outros sentidos, como o tacto, por exemplo. Isso é outra dimensão, dá outra profundidade. E a casa é sempre o centro e o sentido do mundo. A partir daí, da casa, percebe-se tudo. Tudo. O mundo todo. 

Al Berto, in "Entrevista à revista Ler (1989)" 

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Um Estranho em Goa

José Eduardo Agualusa - Um Estranho em Goa


Em boa hora fui à minha estante buscar um livro para ler e reli com enorme prazer este maravilhoso livro “Um Estranho em Goa” do José Eduardo Agualusa que já o tinha lido há mais de 10 anos, livro de literatura de viagem relatando ao mesmo tempo uma história exótica e misteriosa passada em Goa.

"Um Estranho em Goa". Um escritor parte para Goa à procura de uma lenda – o Comandante Maciel, de seu verdadeiro nome Plácido Afonso Domingo, antigo comandante de guerrilhas, em Angola, ou, segundo outras versões, um agente infiltrado da polícia política portuguesa. O que encontra é uma lenda maior, e muitíssimo mais fascinante. Um Estranho em Goa é um roteiro por um território antiquíssimo, onde a realidade e a magia se passeiam de mãos dadas. “O Diabo nunca anda muito longe do Paraíso” – lembra um dos personagens. Neste maravilhoso romance – que é, também, uma biografia do Diabo –, ele pode estar em toda a parte. O que une, afinal, um traficante de relíquias religiosas, uma bela e misteriosa historiadora de arte, especializada na recuperação de livros antigos, ou um sedutor empresário neopagão? E quem é Plácido Domingo? «Um Estranho em Goa é uma pequena maravilha. Assim entrei em Goa. Este livro mistura a literatura de viagens com uma aventura exótica, uma espécie de mistério que o autor não deslinda mas que lhe serve de ponto de apoio para mover personagens que enlaçam a Índia com Portugal e o Brasil. Goa e Luanda, Lisboa e Rio de Janeiro. À Goa de Agualusa, tão bem vista e descrita, tão bonita, e o Brasil dele, ou a melancolia angolana, enlaçam emoções e estabelecem uma pátria espiritual onde todos nós, portugueses da língua, nos reconhecemos. Sem carregar a prosa com pretensa literatice, comovendo sem ornamento, fazendo poesia ao de leve, abraçando a delicadeza e a estranheza do mundo, Agualusa fez-me viajar com palavras. Estou agradecida ao escritor.»
Clara Ferreira Alves, Expresso


“Escrevo porque quero saber o fim. Começo uma história e depois continuo a escrever porque tenho de saber como termina”, pag. 13.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Biblioteca Municipal de Sines (2)


Inserida no Centro de Artes de Sines, a Biblioteca é uma estrutura moderna com bons equipamentos. Dispõe de uma sala de leitura de periódicos, uma sala de reuniões, auditório e gabinetes de trabalho, uma sala multimédia, um sector infantil/juvenil e o sector onde se encontram todos os livros e documentos abertos ao público para pesquisa.


Na Biblioteca Municipal, tem vindo a ser afirmada a regularidade da programação e a aquisição e tratamento da colecção, actualmente com cerca de 22 mil títulos.



A Biblioteca Municipal de Sines é biblioteca associada da UNESCO pelo seu trabalho na promoção do diálogo intercultural, literacia e direitos humanos.


sexta-feira, 1 de maio de 2015

LIVROS IX


O verdadeiro prazer da leitura num banco de jardim.

Os poemas são pássaros que chegam

não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto;
alimentam-se um instante em cada
par de mãos e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...

Mário Quintana


quarta-feira, 29 de abril de 2015

NUNO LOBITO – O Caminho Faz-se a Andar

Autografo de Nuno Lobito.



“De nada serve sonhar se não caminharmos, por isso… O Caminho Faz-se a Andar”

A história de um homem invulgar que, em busca de um sonho, visitou todos os países do mundo!


Do fotógrafo Nuno Lobito diz-se ser um dos portugueses mais viajados. Correu mundo, visitou todos os países reconhecidos pelas Nações Unidas e mais onze que não o são. O Caminho Faz-se a Andar é o seu quarto livro, onde fala precisamente desta experiência que é ter estado pelos quatro cantos do globo. Muita aventura se encontrará encerrada nas páginas deste volume. São quase três décadas a palmilhar terras desconhecidas, perigos corridos, emoções sentidas, lições aprendidas.
Por fim, concretizou-se um sonho antigo. Conforme declarou ao Público, num artigo de 2012, quando era criança decidiu que um dia havia de visitar todos os países. E conseguiu-o no dia em que chegou à Islândia.
A obra é mais do que uma crónica de viagens, é uma auto-biografia, apesar de no caso de uma pessoa que vive para fotografar e viajar os limites se tornem ténues.








Cedo percebi que não queria deixar que a vida, simplesmente, acontecesse: queria fazer parte dela. Deixei a zona de conforto onde, frequentemente, nos instalamos e saí por esse mundo. Viajei para conhecer o mundo e registá-lo para dar a conhecer aquilo que, raramente, vemos: a verdadeira essência do ser humano. Viajei por muito, pouco, ou algum tempo; demorei-me onde sentia em casa.
“O Caminho faz-se a Andar”, é uma história de vida.

É desta forma que o fotógrafo e viajante Nuno Lobito nos apresenta o seu livro, uma autobiografia de 30 anos de mundo e de viagens.




segunda-feira, 27 de abril de 2015

PEDRO CHAGAS FREITAS


Uma conversa bastante agradável e descontraída sobre livros e literatura com o escritor Pedro Chagas Freitas na Livraria Bertrand em Setúbal, enquanto o escritor autografava o livro da sua autoria “Prometo Falhar”.
As fotografias foram tiradas pela minha filha Nádia com o seu telemóvel.



Pedro Chagas Freitas escreve cenas variadas. Romances, novelas, contos, crónicas, guiões, letras de música, textos publicitários e outras imbecilidades. Publicou mais de duas dezenas de obras. Está na lista dos mais vendidos de 2014 em Portugal. Estudou linguística e criou jogos didácticos para estimular a produção escrita. Foi nadador-salvador, barman, operário fabril, porteiro de discoteca, jogador de futebol. Acredita que o país perfeito é a Lamechalândia. E vive por lá todos os dias.
http://www.pedrochagasfreitas.com/bio/

Livros Publicados

Prometo Falhar
In Sexus Veritas
Ou é Tudo Ou Não Vale Nada
Eu Sou Deus


quinta-feira, 23 de abril de 2015

Dia Mundial do Livro

San Juan de la Cruz


 Estátua em bronze de San Juan de la Cruz numa praça no centro histórico de Ávila em Espanha.


San Juan de la Cruz padroeiro dos poetas de língua espanhola.

San Juan de la Cruz ou São João da Cruz, foi uma figura espanhola da espiritualidade cristã, nascido em 1542 em Fontiveros perto de Ávila e falecido em 1591, consagrou-se, com Santa Teresa d'Ávila, à formação dos Carmelitas Descalços e à direcção espiritual de religiosos seculares. Os seus princípios reformadores levaram-no à prisão e é nesse período que escreve os seus primeiros versos. Canonizado em 1726, foi declarado doutor dada Igreja em 1926.


segunda-feira, 20 de abril de 2015

Livraria A das Artes


“Fernando Pessoa e os seus heterónimos” numa sessão de leitura na livraria A das Artes em Sines, mais um serão literário memorável.
http://adasartes.blogspot.pt/

AUTOPSICOGRAFIA

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.

Fernando Pessoa

segunda-feira, 13 de abril de 2015

WENCESLAU DE MORAES

Aproveitei os dias fantásticos que tem feito para fazer uma visita, que já estava projectada à muito tempo, à casa onde nasceu um dos meus escritores de referência e culto, Wenceslau de Moraes, na Travessa Cruz do Torel nº 4 no 2º andar na cidade de Lisboa. Foi dificílimo dar com esta morada pois ninguém a conhecia, nem mesmo os taxistas da cidade, tive de me socorrer do Google mapas para lá chegar.
Painel de azulejo colocado sobre a porta do prédio onde nasceu Wenceslau de Moraes. Uma homenagem do Rotary Club de Lisboa. 

Wenceslau de Moraes


Oficial da marinha de guerra português, Wenceslau José de Sousa Moraes nasceu a 30 de Maio de 1854, em Lisboa, e faleceu a 1 de Julho de 1929, no Japão. Em 1873 terminou o curso preparatório da Marinha na Escola Naval de Lisboa. Realizou numerosas viagens; permaneceu dez anos em Moçambique e cinco anos na China; exerceu as funções de imediato do capitão do porto de Macau, território onde foi também professor de Matemática e teve a oportunidade de conhecer Camilo Pessanha; foi oficial da Armada e cônsul de Portugal no Japão, país cuja cultura absorveu. 
Dedicando-se às Letras, e tendo convivido com Camilo Pessanha, a sua obra constitui um modelo da sedução pela cultura oriental na literatura finissecular. Autor que tem tido ampla divulgação no Japão, merecendo um reconhecimento que, entre outras iniciativas, é atestado pela fundação de um Museu Wenceslau de Moraes e pela edificação de dois monumentos em sua homenagem em duas das cidades onde permaneceu, Tokushima e Kobe. Fascinado pela vida e cultura nipónicas, a sua obra, integrando em grande parte o género de literatura de viagens, apresenta a estética de um escritor que vê no solo nipónico ("nimbo de uma aurora, na sua plena apotheose de paiz privilegiado.") um reverso idealizado da civilização ocidental, passando para uma prosa refinada e impressiva a descoberta apaixonada da vida oriental.
Em Portugal, Wenceslau de Moraes foi alvo de uma homenagem, tendo-se comemorado os 150 anos do seu nascimento em 2004 e publicado o volume Permanência e Errâncias no Japão - uma compilação de postais ilustrados que fazem parte da correspondência mantida por Wenceslau de Moraes com a sua irmã Francisca.

Texto: infopedia.pt





Trabalho

Durante sua vida

  • 1895 - Traços do Extremo Oriente Siam, China, Japão
  • 1897 - Dai-Nippon
  • 1904 - Cartas do Japão. Antes da guerra, 1902-1904
  • 1905 - Um ano de guerra, 1904-1905
  • 1905 - Os serões no Japão
  • 1905 - O culto do Chá
  • 1906 - Paisagens da China e do Japão
  • 1906 - em O 'Bon-Odori' Tokushima. Caderno de Impressões Íntimas
  • 1907 - A vida japonesa
  • 1917 - Ko-Haru
  • 1918 - O-Yone Será, será ... Ko-Haru ...?
  • 1919 - O tiro do meio-dia
  • 1920 - Fernão Mendes Pinto nenhum Japão
  • 1923 - Ó e-Ko-Haru Yone
  • 1924 - Recuperação da História do Japão
  • 1925 - A recuperação da alma japonesa
  • 1926 - No. serões Japão

Restos Literários

  • 1933 - Osoroshi
  • 1933 - Recuperação da História do Japão
  • 1944 - Cartas Íntimas
  • 1954 - Páginas Africanas
  • 1961 - Cartas a Policarpo de Azevedo

Bibliografias / Biografias

  • 1935 - Wenceslau de Moraesu por Yumoto, Jiro
  • 1937 - Os amores Wenceslau de Moraes por César, Oldemiro e Pereira, Ângelo
  • 1990 - A chinesa paixão de Wenceslau de Moraes em Barreiros, Leopoldo Danilo
  • Wenceslau de Moraes também publicou dois livros sob os pseudónimos de "A. da Silva" e "Ernesto de Azevedo."
  • 2005 - Wenceslau de Moraes. Permanências e Errâncias no Japão / Textos e legendas Daniel Pires. - Lisboa: Fundação Oriente.
     
  • Alguns dos meus livros de Wenceslau de Moraes.


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