Eliseu Alves
segunda-feira, 18 de maio de 2015
O PRAZER DE LER
quinta-feira, 14 de maio de 2015
LIVRARIA DO SANTUÁRIO – Fátima
Livraria do Santuário integrada no interior do Santuário de Nossa Senhora de Fátima, oferece a quem a visita uma vasta quantidade de publicações de livros e revistas de carácter religioso.
Nesta visita à livraria descobri um livro de poemas de São João da Cruz que aproveitei para adquirir, ficando assim a minha biblioteca muito mais rica.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
AL BERTO
Grafite de Al Berto o poeta e escritor retratado numa
parede junto ao Centro de Artes de Sines.
Alberto Raposo Pidwell Tavares (1948-1997)
Sines foi casa de Al Berto, um dos maiores poetas e uma das mais
influentes figuras da literatura portuguesa da segunda metade do século XX, que
eu tive o prazer de o conhecer pessoalmente em Sines.
É
Preciso Repensar a Nossa Vida
É
preciso repensar a nossa vida. Repensar a cafeteira do café, de que nos
servimos de manhã, e repensar uma grande parte do nosso lugar no universo.
Talvez isso tenha a ver com a posição do escritor, que é uma posição universal,
no lugar de Deus, acima da condição humana, a nomear as coisas para que elas
existam. Para que elas possam existir… Isto tem a ver com o poeta, sobretudo,
que é um demiurgo. Ou tem esse lado. Numa forma simples, essa maneira de
redimensionar o mundo passa por um aspecto muito profundo, que não tem nada a
ver com aquilo que existe à flor da pele. Tem a ver com uma experiência radical
do mundo.
Por exemplo, com aquela que eu faço de vez em quando, que é passar três dias como se fosse cego. Por mais atento que se seja, há sempre coisas que nos escapam e que só podemos conhecer de outra maneira, através dos outros sentidos, que estão menos treinados… Reconhecer a casa através de outros sentidos, como o tacto, por exemplo. Isso é outra dimensão, dá outra profundidade. E a casa é sempre o centro e o sentido do mundo. A partir daí, da casa, percebe-se tudo. Tudo. O mundo todo.
Al Berto, in "Entrevista à revista Ler (1989)"
Por exemplo, com aquela que eu faço de vez em quando, que é passar três dias como se fosse cego. Por mais atento que se seja, há sempre coisas que nos escapam e que só podemos conhecer de outra maneira, através dos outros sentidos, que estão menos treinados… Reconhecer a casa através de outros sentidos, como o tacto, por exemplo. Isso é outra dimensão, dá outra profundidade. E a casa é sempre o centro e o sentido do mundo. A partir daí, da casa, percebe-se tudo. Tudo. O mundo todo.
Al Berto, in "Entrevista à revista Ler (1989)"
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Um Estranho em Goa
José Eduardo Agualusa - Um Estranho em Goa
Em boa hora fui à minha estante buscar um livro para ler e reli com enorme prazer este maravilhoso livro “Um Estranho em Goa” do José Eduardo Agualusa que já o tinha lido há mais de 10 anos, livro de literatura de viagem relatando ao mesmo tempo uma história exótica e misteriosa passada em Goa.
"Um Estranho em Goa". Um escritor parte para Goa à procura de uma lenda – o Comandante Maciel, de seu verdadeiro nome Plácido Afonso Domingo, antigo comandante de guerrilhas, em Angola, ou, segundo outras versões, um agente infiltrado da polícia política portuguesa. O que encontra é uma lenda maior, e muitíssimo mais fascinante. Um Estranho em Goa é um roteiro por um território antiquíssimo, onde a realidade e a magia se passeiam de mãos dadas. “O Diabo nunca anda muito longe do Paraíso” – lembra um dos personagens. Neste maravilhoso romance – que é, também, uma biografia do Diabo –, ele pode estar em toda a parte. O que une, afinal, um traficante de relíquias religiosas, uma bela e misteriosa historiadora de arte, especializada na recuperação de livros antigos, ou um sedutor empresário neopagão? E quem é Plácido Domingo? «Um Estranho em Goa é uma pequena maravilha. Assim entrei em Goa. Este livro mistura a literatura de viagens com uma aventura exótica, uma espécie de mistério que o autor não deslinda mas que lhe serve de ponto de apoio para mover personagens que enlaçam a Índia com Portugal e o Brasil. Goa e Luanda, Lisboa e Rio de Janeiro. À Goa de Agualusa, tão bem vista e descrita, tão bonita, e o Brasil dele, ou a melancolia angolana, enlaçam emoções e estabelecem uma pátria espiritual onde todos nós, portugueses da língua, nos reconhecemos. Sem carregar a prosa com pretensa literatice, comovendo sem ornamento, fazendo poesia ao de leve, abraçando a delicadeza e a estranheza do mundo, Agualusa fez-me viajar com palavras. Estou agradecida ao escritor.»
Clara Ferreira Alves, Expresso
“Escrevo porque quero saber o fim. Começo uma história e depois continuo a escrever porque tenho de saber como termina”, pag. 13.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Biblioteca Municipal de Sines (2)
Inserida no Centro de Artes de Sines, a Biblioteca é uma estrutura moderna com bons equipamentos. Dispõe de uma sala de leitura de periódicos, uma sala de reuniões, auditório e gabinetes de trabalho, uma sala multimédia, um sector infantil/juvenil e o sector onde se encontram todos os livros e documentos abertos ao público para pesquisa.
Na Biblioteca Municipal, tem vindo a ser afirmada a regularidade da programação e a aquisição e tratamento da colecção, actualmente com cerca de 22 mil títulos.
A Biblioteca Municipal de Sines é biblioteca associada da UNESCO pelo seu trabalho na promoção do diálogo intercultural, literacia e direitos humanos.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
LIVROS IX
O verdadeiro prazer da leitura num banco de jardim.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto;
alimentam-se um instante em cada
par de mãos e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
Mário Quintana
quarta-feira, 29 de abril de 2015
NUNO LOBITO – O Caminho Faz-se a Andar
Autografo
de Nuno Lobito.
“De
nada serve sonhar se não caminharmos, por isso… O Caminho Faz-se a Andar”
A história de um homem invulgar que, em busca de um sonho, visitou todos os países do mundo!
Do fotógrafo Nuno Lobito
diz-se ser um dos portugueses mais viajados. Correu mundo, visitou todos os
países reconhecidos pelas Nações Unidas e mais onze que não o são. O Caminho
Faz-se a Andar é o seu quarto livro, onde fala precisamente desta experiência
que é ter estado pelos quatro cantos do globo. Muita aventura se encontrará
encerrada nas páginas deste volume. São quase três décadas a palmilhar terras
desconhecidas, perigos corridos, emoções sentidas, lições aprendidas.
Por fim, concretizou-se um
sonho antigo. Conforme declarou ao Público, num artigo de 2012, quando era
criança decidiu que um dia havia de visitar todos os países. E conseguiu-o no
dia em que chegou à Islândia.
A obra é mais do que uma
crónica de viagens, é uma auto-biografia, apesar de no caso de uma pessoa que
vive para fotografar e viajar os limites se tornem ténues.
Cedo percebi que não queria
deixar que a vida, simplesmente, acontecesse: queria fazer parte
dela. Deixei a zona de conforto onde, frequentemente, nos instalamos
e saí por esse mundo. Viajei para conhecer o mundo e registá-lo para
dar a conhecer aquilo que, raramente, vemos: a verdadeira essência do ser
humano. Viajei por muito, pouco, ou algum tempo; demorei-me onde sentia em
casa.
“O
Caminho faz-se a Andar”, é uma história de vida.
É desta forma que o fotógrafo e viajante Nuno Lobito nos apresenta o seu livro,
uma autobiografia de 30 anos de mundo e de viagens.
segunda-feira, 27 de abril de 2015
PEDRO CHAGAS FREITAS
Uma
conversa bastante agradável e descontraída sobre livros e literatura com o
escritor Pedro Chagas Freitas na Livraria Bertrand em Setúbal, enquanto o escritor
autografava o livro da sua autoria “Prometo Falhar”.
As
fotografias foram tiradas pela minha filha Nádia com o seu telemóvel.
Pedro Chagas Freitas escreve
cenas variadas. Romances, novelas, contos, crónicas, guiões, letras de música,
textos publicitários e outras imbecilidades. Publicou mais de duas dezenas de
obras. Está na lista dos mais vendidos de 2014 em Portugal. Estudou
linguística e criou jogos didácticos para estimular a produção escrita. Foi
nadador-salvador, barman, operário fabril, porteiro de discoteca, jogador de
futebol. Acredita que o país perfeito é a Lamechalândia. E vive por lá todos os
dias.
http://www.pedrochagasfreitas.com/bio/
Livros
Publicados
Prometo
Falhar
In
Sexus Veritas
Ou
é Tudo Ou Não Vale Nada
Eu
Sou Deus
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Dia Mundial do Livro
San Juan de la Cruz
Estátua em bronze de San Juan de la Cruz numa praça no centro histórico de Ávila em Espanha.
San Juan de la Cruz padroeiro dos poetas de língua espanhola.
San Juan de la Cruz ou São João da Cruz, foi uma figura espanhola da espiritualidade cristã, nascido em 1542 em Fontiveros perto de Ávila e falecido em 1591, consagrou-se, com Santa Teresa d'Ávila, à formação dos Carmelitas Descalços e à direcção espiritual de religiosos seculares. Os seus princípios reformadores levaram-no à prisão e é nesse período que escreve os seus primeiros versos. Canonizado em 1726, foi declarado doutor dada Igreja em 1926.
San Juan de la Cruz ou São João da Cruz, foi uma figura espanhola da espiritualidade cristã, nascido em 1542 em Fontiveros perto de Ávila e falecido em 1591, consagrou-se, com Santa Teresa d'Ávila, à formação dos Carmelitas Descalços e à direcção espiritual de religiosos seculares. Os seus princípios reformadores levaram-no à prisão e é nesse período que escreve os seus primeiros versos. Canonizado em 1726, foi declarado doutor dada Igreja em 1926.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Livraria A das Artes
“Fernando
Pessoa e os seus heterónimos” numa sessão de leitura na livraria A das Artes em
Sines, mais um serão literário memorável.
http://adasartes.blogspot.pt/
AUTOPSICOGRAFIA
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.
Fernando Pessoa
segunda-feira, 13 de abril de 2015
WENCESLAU DE MORAES
Aproveitei os dias fantásticos que tem feito para
fazer uma visita, que já estava projectada à muito tempo, à casa onde nasceu um
dos meus escritores de referência e culto, Wenceslau de Moraes, na Travessa
Cruz do Torel nº 4 no 2º andar na cidade de Lisboa. Foi dificílimo dar com esta
morada pois ninguém a conhecia, nem mesmo os taxistas da cidade, tive de me
socorrer do Google mapas para lá chegar.
Painel de azulejo colocado sobre a porta do prédio
onde nasceu Wenceslau de Moraes. Uma homenagem do Rotary Club de Lisboa.
Wenceslau de
Moraes
Oficial da marinha de guerra português,
Wenceslau José de Sousa Moraes nasceu a 30 de Maio de 1854, em Lisboa, e
faleceu a 1 de Julho de 1929, no Japão. Em 1873 terminou o curso preparatório
da Marinha na Escola Naval de Lisboa. Realizou numerosas viagens; permaneceu
dez anos em Moçambique e cinco anos na China; exerceu as funções de imediato do
capitão do porto de Macau, território onde foi também professor de Matemática e
teve a oportunidade de conhecer Camilo Pessanha; foi oficial da Armada e cônsul
de Portugal no Japão, país cuja cultura absorveu.
Dedicando-se às Letras, e tendo convivido com
Camilo Pessanha, a sua obra constitui um modelo da sedução pela cultura
oriental na literatura finissecular. Autor que tem tido ampla divulgação no
Japão, merecendo um reconhecimento que, entre outras iniciativas, é atestado
pela fundação de um Museu Wenceslau de Moraes e pela edificação de dois
monumentos em sua homenagem em duas das cidades onde permaneceu, Tokushima e
Kobe. Fascinado pela vida e cultura nipónicas, a sua obra, integrando em grande
parte o género de literatura de viagens, apresenta a estética de um escritor
que vê no solo nipónico ("nimbo de uma aurora, na sua plena apotheose de
paiz privilegiado.") um reverso idealizado da civilização ocidental,
passando para uma prosa refinada e impressiva a descoberta apaixonada da vida
oriental.
Em Portugal, Wenceslau de Moraes foi alvo de uma
homenagem, tendo-se comemorado os 150 anos do seu nascimento em 2004 e
publicado o volume Permanência e Errâncias no Japão - uma compilação de postais ilustrados
que fazem parte da correspondência mantida por Wenceslau de Moraes com a sua
irmã Francisca.
Texto: infopedia.pt


Trabalho
Durante
sua vida
- 1895
- Traços do Extremo Oriente Siam, China, Japão
- 1897
- Dai-Nippon
- 1904
- Cartas do Japão. Antes da guerra, 1902-1904
- 1905
- Um ano de guerra, 1904-1905
- 1905
- Os serões no Japão
- 1905
- O culto do Chá
- 1906
- Paisagens da China e do Japão
- 1906
- em O 'Bon-Odori' Tokushima. Caderno de Impressões Íntimas
- 1907
- A vida japonesa
- 1917
- Ko-Haru
- 1918
- O-Yone Será, será ... Ko-Haru ...?
- 1919
- O tiro do meio-dia
- 1920
- Fernão Mendes Pinto nenhum Japão
- 1923
- Ó e-Ko-Haru Yone
- 1924
- Recuperação da História do Japão
- 1925
- A recuperação da alma japonesa
- 1926
- No. serões Japão
Restos
Literários
- 1933
- Osoroshi
- 1933
- Recuperação da História do Japão
- 1944
- Cartas Íntimas
- 1954
- Páginas Africanas
- 1961
- Cartas a Policarpo de Azevedo
Bibliografias / Biografias
- 1935
- Wenceslau de Moraesu por Yumoto, Jiro
- 1937
- Os amores Wenceslau de Moraes por César, Oldemiro e Pereira, Ângelo
- 1990
- A chinesa paixão de Wenceslau de Moraes em Barreiros, Leopoldo Danilo
- Wenceslau
de Moraes também publicou dois livros sob os pseudónimos de "A. da
Silva" e "Ernesto de Azevedo."
- 2005 - Wenceslau de Moraes. Permanências e Errâncias no Japão / Textos e legendas Daniel Pires. - Lisboa: Fundação Oriente.
- Alguns dos meus livros de Wenceslau de Moraes.
terça-feira, 7 de abril de 2015
LIVROS VII - Livraria A das Artes
De
cabeça perdida na livraria A das Artes, e não é para menos.
http://adasartes.blogspot.pt/
Há tantos livros, mas há tão pouco
tempo.
Frank Zappa
Eu sempre imaginei que o paraíso
deve ser algum tipo de biblioteca.
Jorge Luis Borges
quarta-feira, 1 de abril de 2015
FEIRA DO LIVRO SETÚBAL 2015
Durante um mês e pelo sexto ano decorre a Feira do Livro
de Setúbal. A Página a Página – Divulgação do Livro, em colaboração com as
editoras e numa parceria com a Câmara Municipal de Setúbal, promove esta
iniciativa, na placa central da Avenida Luísa Todi, com milhares de títulos de
várias editoras, do romance ao livro técnico, passando pela literatura
infanto-juvenil.
O evento, realiza-se de 27 de Março a 26 de Abril, além de
novidades e preços convidativos em todos os títulos, alguns vendidos a 1 euro,
aposta na promoção da leitura e no diálogo entre escritores e leitores,
incluindo sessões de autógrafos e animações para crianças.
quarta-feira, 25 de março de 2015
HERBERTO HÉLDER
A minha singela homenagem ao poeta
Herberto Hélder de Oliveira que infelizmente morreu no passado dia 23 de Março,
com 84 anos. O poeta que nasceu em 1930 no Funchal morreu em Cascais na sua casa.
Era considerado o maior poeta português da segunda metade do século XX.
Distinguido em 1994 com o Prémio
Pessoa, recusou recebê-lo. "Não digam a ninguém e dêem o prémio a
outro", pediu ao júri.
Herberto
Hélder
um dia destes tenho o dia inteiro
para morrer
um dia destes tenho o dia inteiro
para morrer,
espero que não me doa,
um dia destes em todas as partes do corpo,
onde por enquanto ninguém sabe de que maneira,
um dia inteiro para morrer completamente,
quando a fruta com seus muitos vagares amadura,
o dom – que é um toque fundo na ferida da inteligência:
oh será que um poema entre todos pode ser absoluto?
:escrevê-lo, e ele ser a nossa morte na perfeição de poucas linhas
espero que não me doa,
um dia destes em todas as partes do corpo,
onde por enquanto ninguém sabe de que maneira,
um dia inteiro para morrer completamente,
quando a fruta com seus muitos vagares amadura,
o dom – que é um toque fundo na ferida da inteligência:
oh será que um poema entre todos pode ser absoluto?
:escrevê-lo, e ele ser a nossa morte na perfeição de poucas linhas
(Servidões; ed. Assírio &
Alvim, 2013)
segunda-feira, 23 de março de 2015
LIVROS VI
Livro
oferecido pela minha filha Nádia no dia do Pai.
Estou
a ler do mesmo autor Lenardo Padura o livro "Hereges" é um romance absorvente sobre uma saga judaica, aconselho vivamente a sua leitura, estou curioso em ler este livro que a minha filha Nádia ofereceu, “O homem que gostava de cães" que aqui deixo uma sinopse do livro.
Sinopse
Em 2004, com a morte da
mulher, Iván, um aspirante a escritor, relembra um episódio que lhe aconteceu
em 1977, quando conheceu um homem enigmático que passeava pela praia
acompanhado de dois galgos russos. Após vários encontros, «o homem que gostava
de cães» começou a confidenciar-lhe relatos singulares sobre o assassino de
Trótski, Ramón Mercader, de quem conhecia pormenores muito íntimos. Graças a
essas confidências, Iván irá reconstituir a trajetória de Liev Davídovitch
Bronstein, mais conhecido por Trótski, e de Ramón Mercader, e de como se
tornaram em vítima e verdugo de um dos crimes mais reveladores do século XX.
Através de uma escrita poderosa sobre duas testemunhas ambíguas e convincentes, Leonardo Padura traça um retrato histórico das consequências da mentira ideológica e do seu poder destrutivo sobre a utopia mais importante do século XX.
Através de uma escrita poderosa sobre duas testemunhas ambíguas e convincentes, Leonardo Padura traça um retrato histórico das consequências da mentira ideológica e do seu poder destrutivo sobre a utopia mais importante do século XX.
Sinopse: http://www.wook.pt/
quinta-feira, 19 de março de 2015
LIVROS V
Livros
e leituras na livraria A das Artes em Sines em mais um serão literário.
Amar!
Eu quero amar, amar
perdidamente!
Amar só por amar: Aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma Primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!
E se um dia hei de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
Florbela Espanca, in "Charneca em Flor"
quinta-feira, 12 de março de 2015
LIVRARIA A DAS ARTES - SINES
A das Artes a minha livraria preferida em Sines e
sempre que posso lá estou “caído” para ver as últimas novidades literárias e
pôr a conversa em dia com o livreiro e amigo Joaquim Gonçalves. Desde 04 de
Julho de 2003 que a livraria A das Artes está ao serviço dos leitores e tem
sido um verdadeiro pólo dinamizador da cultura nesta zona do Alentejo, onde todos os clientes são bem direccionados e aconselhados nas
leituras pelo Joaquim.
É com alguma regularidade que escritores vêm
apresentar as suas obras e conversar com os leitores terminando em sessões de
autógrafos.
O amigo Joaquim Gonçalves bem acompanhado à porta da livraria exibindo o merecido Prémio
Livraria Preferida 2014, para a livraria com melhor atendimento no país.
A
das Artes
livros discos artes plásticas
livros discos artes plásticas
Livreiro
Joaquim Gonçalves
Avenida 25 de Abril, 8 - loja C 7520-107 SINES
Telefone:
269630954, Fax: 269630955, adasartes@gmail.com
Horário: segunda a
sábado, 10-13h; 15-19h
José Luís Peixoto com Fernando Ribeiro, Joaquim Gonçalves à conversa com Sérgio Godinho
Norberto Morais, Mega Ferreira
João Rebocho Pais, Sessão musical com António Chainho
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