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segunda-feira, 6 de março de 2017

Permanências e Errâncias no Japão - Wenceslau de Moraes


Livro de grande beleza  de dimensões pouco usuais 39 x 29 de 144 páginas a Capa  é forrada a tecido com sobrecapa.
Uma edição da Fundação Oriente, 2004.

Obra constituída por 400 postais inéditos enviados por Wenceslau de Moraes a Francisca Paul, sua irmã mais nova. É também um registo das Viagens de Wenceslau de Moraes ao Japão, designadamente pelas cidades de Kobe, Tokushima, Locoama, Nara, Quioto, Osaka e Tóquio, entre outras.


Série de postais "O Quotidiano"
1- Wenceslau de Moraes, em 1911, no seu gabinete consular.
2- O Governo Civil de Kobe onde o escritor se deslocava em serviço oficial.
3- Produtos portugueses na exposição de Osaka (1903)
4- Menina pintando-se ao espelho, colagem feita por Wenceslau de Moraes.
1- "No 2º andar da casa à tua esquerda foi onde eu almoçei no Domingo; e lá ao lado o formidável elevador por onde eu subi"
2- Templo de Isé.
3- Motivos japoneses que ilustram o seu artigo " A Mulher Japonesa" publicado no Comércio do Porto Ilustrado (Natal 1912).
4- Parque de Maruyama em Quioto, que apresentava uma árvore monumental.
 1- Templo perto de Quioto, "muito bonito, com os seus tori encarnados a destacarem-se sobre a verdura e suas raposas de pedra".
2- Templo nos arredores de Kobe: " Fiz as minhas orações, atravessei a ponte, fui palestrar com uma velha do sitio, muito minha amiga, que me deu chá e bolos".
3- O Parque de Minomo.
4- Panorâmica de Arima. 
1- O universo escolar infantil
4- "Mando-te estes meninos, a imitarem uma cena de lutadores".
1- Vista de Arima.
2- Vista de Arima
3- Vista de Hakone
1- Nagaoka
2- "A cidade de Osaka, que fica a uma hora de viagem de Kobe, é cheia de movimento e excessivamente comercial".
3- Aspectos de Osaka.
1- Pedra tumular situada em Ritsuzan Chiba.
2- Vista de Tajima.
3- Tajima. No verso "Esta vista é uma lembrança do meu passeio, representa uma aldeia de pescadores, que nada diz em gravura. Mas vista lá por dentro é linda, interessantíssima, nunca vi nada assim.
4- Rio de Yoshino, perto de Ikeda.


Série de postais "A Cultura"
 Postais artísticos.
 Série de postais a ser visualizado num caleidoscópio.
 Postais artísticos.
 Postais artísticos.
 Postais alusivos ao Ano do Rato (1912).
 Postais evocativos do Ano do Boi (1913).
 Postais alusivos ao Ano do Dragão (1916).
1- Jardim de Ginkakuji, em Quioto.
2- Parque de Suma.
3- Parque de Locoama.
4- Nenúfares no lago Shinobazu, Tóquio.
1- Travessia de um rio.
2- "Recomeçou a mania dos banhos, todos os dias se enchem as praias de gente".
3- Nikko.
1- Convívio em Awa, Tokushima.
2- Gueixa incentivando o convívio.
3- Suma, perto de Kobe.
4- Lazer, quotidiano e religião.

Estes são alguns dos magníficos 400 postais do livro que Wenceslau Moraes enviou à irmã e que felizmente foram preservados e posto em livro para nosso prazer.

quinta-feira, 2 de março de 2017

1Q84 de Haruki Murakami



Um mundo aparentemente normal, duas personagens - Aomame, uma mulher independente, professora de artes marciais, e Tengo, professor de matemática - que não são o que aparentam e ambos se dão conta de ligeiros desajustamentos à sua volta, que os conduzirão fatalmente a um destino comum. Um universo romanesco dissecado com precisão orwelliana, em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes.
Em 1Q84, Haruki Murakami constrói um universo romanesco em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes. Onde acaba o Japão e começa o admirável mundo novo em que vivemos? Uma ficção que ilumina de forma transversal a aldeia global em que vivemos.


Não se deixe iludir pelas aparências

"Ano de 1984, com eu o conhecia, já não existe. Estamos em 1Q84. A atmosfera mudou, mudou a paisagem. Tenho de me adaptar quanto antes e este mundo-com-um-ponto-de-interrogação. Tal como acontece com os animais, quando os deixam em liberdade, numa floresta desconhecida. Para minha salvaguarda, para continuar viva, devo aprender as regras deste lugar, o mais depressa possível, e adaptar-me a elas".


 "Uma nova cara e uma nova vida que, em principio, a esperam. Era tempo de férias, e as pessoas começavam a preparar-se para fugir.(...) Na cidade inteira reinava uma certa tranquilidade. Por vezes, ela tinha a impressão de estar a perder o norte. «Será isto real?», interrogava-se. Se não era a verdadeira realidade, não fazia ideia de onde poderia encontrá-la. Não tinha outro remédio senão aceitar que aquela era a única realidade existente a fazer os possíveis por enfrentá-la com todas as suas forças. «Não tenho medo de morrer», voltou a convencer-se Aomame. «O que temo é ser enganada pela realidade, ser abandonada pela realidade".


O Livro 3 revela o estilo forte e truculento de uma personagem única, Ushikawa de seu nome. A par de Tengo e Aomame, a voz da Ushikawa ecoa nas páginas do terceiro volume de 1Q84 e provoca as reações mais intensas. Amem-no ou detestem-no, mas deixem-no entregue à sua sorte. Tengo e Aomame continuam sem saber, mas aquele é o único lugar perfeito no mundo. Um lugar perfeitamente isolado e, ao mesmo tempo, o único que escapa às malhas da solidão. Este mundo também deverá ter as suas ameaças, os seus perigos, claro, e estar cheio dos seus próprios enigmas e de contradições. Mas não faz mal. A páginas tantas, é preciso acreditar. Sob as duas luas de 1Q84, Aomame e Tengo deixam de estar sozinhos... Inspirado em parte no romance 1984, de George Orwell, 1Q84 é uma surpreendente obra de ficção, escrita de forma poderosa e imaginativa - a um tempo um thriller e uma tocante história de amor. Murakami continua a provocar o espanto e a emoção, comunicando com milhões de pessoas de todas as idades, espalhadas pelo mundo inteiro. 


"Talvez não seja desejável que nos tornemos a ver. Tengo tinha os olhos fixos no tecto. Não seria melhor continuarmos separados até ao fim, mantendo sempre a esperança de nos encontrarmos? Viveríamos sempre com essa ilusão. A esperança seria uma pequena mas vital chama que nos aqueceria até ao mais profundo de nós mesmos. Uma pequena chama que protegeríamos do vento com as mãos, uma chama que as duras ventanias da realidade facilmente apagaria".  



Como achei apropriado e estava de acordo, os textos foram retirados da Wook e da contracapa dos livros.
 Depois de ter lido o Norwegian Wood do mesmo autor esperava um pouco mais desta trilogia.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Norwegian Wood de Haruki MuraKami



 Foi o primeiro livro que li deste autor e fiquei tão agradado com a sua escrita que o vou seguir.

Ao ouvir a sua música preferida dos Beatles, Norwegian Wood, Toru Watanabe recorda-se do seu primeiro amor , Naoko, a namorada do seu melhor amigo Kizuki. Imediatamente regressa aos seus anos de estudante em Tóquio, à deriva num mundo de amizades inquietas, sexo casual, paixão, perda e desejo - quando uma impetuosa jovem chamada Midori entra na sua vida e ele tem de escolher entre o futuro e o passado. Norwegian Wood explora os amores e as aventuras sexuais do estudante Toru Watanabe em Tóquio, nos anos 60. Depois de Kizuki inexplicavelmente cometer suicídio aos 17 anos, Watanabe apaixona-se pela sua namorada, a bela Naoko, quando a encontra em Tóquio, altura em que ambos tentam entrar para a faculdade. Mas Naoko não consegue amar outra pessoa e, enquanto Watanabe tenta fazer novas amizades e começa a trabalhar, Naoko afasta-se ainda mais, acabando por ir parar a um sanatório. Entretanto, a impetuosa e ligeiramente louca Midori entra na vida de Watanabe. Quem escolherá ele para sua companheira? Finalmente, Watanabe consegue reconciliar-se com o passado para poder avançar para o futuro.Este livro melancólico descreve o amor de um intruso solitário à deriva num mar de tragédia e paixão. Com o movimento contra a Guerra do Vietname como pano de fundo, Norwegian Wood usa uma linguagem profunda para falar de uma pessoa forçada a dar o melhor a fim de transformar os sonhos de um rapazinho no destino de um homem. "Murakami conta a história subtil, encantadora, profunda e muito sensual de um amor destinado à tragédia."Publishers Weekly “A escrita de Murakami é de tal forma requintada e delicada que tudo o que ele descreve é intensamente simbólico (…).The Guardiando 


Marcador do livro Norwegian Wood



Marcador do livro Norwegian Wood do autor japonês Haruki Murakami.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

A Minha Luta - Karl Ove Knausgård


A Morte do Pai

Karl Ove Knausgård escreve sobre a vida com dolorosa honestidade. Escreve sobre a infância e os anos de adolescência, a paixão pelo rock, a relação com a sua afectuosa e algo distante mãe, e o seu pai, sempre imprevisível, cuja morte o desorientou. O álcool e a perda pairam como sombras sobre duas gerações da família.
Quando ele próprio se torna pai, Knausgård tem de encontrar um equilíbrio entre o amor pela família e a determinação em escrever.
Knausgård criou uma história universal de lutas, grandes e pequenas, que todos enfrentamos na vida. Um trabalho profundo e hipnotizante, escrito como se a própria vida do autor estivesse em risco.
A Morte do Pai é o primeiro de seis romances que compõem a obra autobiográfica A Minha Luta.




Um Homem Apaixonado

Da morte do pai à experiência de ter filhos. É esta a passagem que Karl Ove Knausgård faz do primeiro para o segundo volume do romance autobiográfico A Minha Luta.
Em Um Homem Apaixonado, Karl Ove Knausgård deixa a mulher e a Noruega e parte para Estocolmo. É aí que se aproxima de Geir, outro norueguês expatriado, e reencontra Linda, uma poeta que o havia fascinado anos antes num encontro de escritores. 
Se, em A Morte do Pai, Knausgård abordava o tema do luto, neste volume descreve as tempestuosas relações de amizade e amor e o dramático período antes de consolidar a sua relação com Linda. 
Depois vem a experiência da paternidade, que subverte tudo à sua passagem. Há a urgente necessidade de escrever, mas também o quotidiano familiar, o cómico fracasso das férias, as humilhantes aulas de preparação do parto, as tensões nas festas de aniversário infantis, o stress de passear uma criança pelas ruas de Estocolmo quando o seu único desejo é continuar o seu romance. Knausgård fala dos momentos que compõem a vida de um homem, dilacerado pela necessidade de criar, mas também de viver, alguém para quem arte e natureza são uma necessidade física, alguém que oscila entre a energia vital e pensamentos mórbidos e que deseja com igual intensidade solidão e amor.




 A Ilha da Infância

A memória de Knausgård não segue uma ordem cronológica. Avança, recua, detém-se e depois adquire um novo impulso. Isso torna-se evidente nesse exercício de realismo autobiográfico que é «A Minha Luta». No terceiro volume, "A Ilha da Infância", situamo-nos no Verão de 1969 na ilha de Tromøya, na costa sul da Noruega, aonde Karl Ove chega ainda bebé num carrinho empurrado pela mãe. É nesse universo familiar, entre as florestas carregadas de mistérios, que se desenvolvem as intensas experiências da infância. Knausgård fala-nos das suas sensações sobre a natureza do tempo, da memória e da existência, a felicidade de ir à escola, os prazeres e problemas da amizade, a excitação da vida ao ar livre, a descoberta sempre inesperada do amor, os medos, as alegrias, a leitura,as roupas, a música e o desporto. E tudo isso entretecido na serena atenção da mãe e no autoritarismo do pai, sempre disposto a castigar. 



Dança no Escuro 

Depois de terminar os estudos secundários, Karl Ove desloca-se para uma remota vila piscatória para trabalhar como professor. Não possui qualquer interesse nesse trabalho — ou em qualquer outro — e o seu único objectivo é o de poupar dinheiro e começar a escrever. Tudo corria bem, até ao momento em que as noites se começam a alongar, e a sua vida sofre uma mudança repentina. A bebida causa-lhe desmaios, as sucessivas tentativas de perder a virgindade terminam em humilhação, e, para sua angústia, apaixona-se por uma estudante sua de treze anos. Tudo isto enquanto a sombra do seu pai parece cada vez maior.



Só resta esperar pela tradução dos outros dois volumes desta série.


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

No Outono - Karl Ove Knausgård


 «28 de Agosto. Agora no momento em que escrevo isto, não sabes nada, nada do que te espera, do mundo a que vais chegar. E eu nada sei de ti. Vi uma imagem na ecografia, e pus uma mão sobre o ventre em que estás, é tudo. Faltam seis meses para nasceres e muito pode acontecer durante esse tempo, mas eu creio que a vida é forte e inexorável, e creio que tudo se vai passar bem contigo e que vais nascer perfeita, saudável e forte. Vir à luz, diz-se. Quando a tua irmã mais velha, a Vanja, nasceu, era de noite, uma das parteiras puxou-me, tu vais recebê-la, disse ela, e foi o que fiz, um bebé deslizou para as minhas mãos, escorregadio como uma foca. Eu estava feliz, até chorei. Quando a Heidi nasceu, um ano e meio mais tarde, era outono e o céu estava encoberto, o tempo estava frio e húmido como pode estar em Outubro, ela chegou de manhã, o parto foi rápido, e quando a cabeça estava de fora, mas não o resto do corpo, ela emitiu um pequeno som com os lábios, foi um momento tão sereno »



Capa e ilustrações do livro de Vanessa Baird.





Esta ilustração faz lembrar os trabalhos da pintora Paula Rego.


Karl Ove Knausgård nasceu em Oslo, na Noruega, a 6 de Dezembro de 1968 e cresceu em Tromøya e em Kristiansand. Estudou Artes e Literatura na Universidade de Bergen.
Publicou o seu primeiro romance aos 30 anos, Ute av verden, que recebeu o Prémio da Crítica Literária Norueguesa, nunca antes atribuído a uma primeira obra.
No Outono de 2009, Knausgård iniciou um projecto literário singular, a obra autobiográfica A Minha Luta, composta por seis extensos volumes. Com ela obteve vários prémios no seu país, recebeu elogios de escritores e críticos e conquistou centenas de milhares de leitores nas muitas línguas para que foi traduzida, eu fui um deles.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Lavoura Arcaica


Marcador de livros da editora Companhia das Letras no livro a Lavoura Arcaica de Raduan Nassar.

"Respondia sempre com um arroto tosco que valia por todas as ciências, por todas as igrejas e por todos os seremões do pai."


Lavoura Arcaica

Publicado em 1975, constituiu uma revelação e uma revolução, conquistando o estatuto de clássico da literatura brasileira.

Lavoura Arcaica, obra de Raduan Nassar, traz uma narrativa pesada, cheia de confusões; protestos; abstenções; amor de irmão com irmã deixando a narrativa ostensiva e cansativa. André se vê diferente de todos que cheio de pressões resolve fugir de casa, fato que remonta bem à narrativa bíblica do filho pródigo.

É um texto onde se entrelaçam o novelesco e o lírico, através de um narrador em primeira pessoa. André, o filho encarregado de revelar o avesso de sua própria imagem e, consequentemente, o avesso da imagem da família. Lavoura Arcaica é sobretudo uma aventura com a linguagem.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Em Nome da Ordem - Norberto Horta


 Autografo e dedicatória do escritor Norberto Horta no livro Em Nome da Ordem.
Em Nome da Ordem é o primeiro livro de Norberto Horta e também desta editora a Simon's Boocks.


Com este livro viajamos até 1450 acompanhados pelo mestre João da Piedade que empreende uma viagem de Palmela a Ferreira do Alentejo para adquirir cavalos para Sua Majestade o Rei. Numa viagem que devia de ser pacifica muita coisa vai acontecer e fazem com que o mestre se equacione se vale ainda a pena com a idade que tem fazer este tipo de missões, assim decide retirar-se da ordem e dedicar-se a uma vida pacata em Ferreira e será que o filho o Grão-Mestre e o próprio Rei estão de acordo.

Nada melhor que ler esta interessante história, muito bem escrita e de leitura muito agradável. 
Norberto Horta nasceu em 1981, em Figueira dos Cavaleiros. Topógrafo de profissão, foi desde cedo um apaixonado por História e pela sua aldeia. Trabalhou em diversos pontos no sul do país, embora quase sempre fora da sua região, apregoando sempre orgulhosamente as suas origens alentejanas. Em Nome da Ordem - Os Cavaleiros da Figueira é o seu primeiro livro.


Norberto Horta na Livraria A das Artes em Sines para apresentação da sua primeira obra.

No dia 18 de Outubro de 2017 tive a enorme surpresa de receber um mail do Norberto Horta que aqui partilho.

Olá, boa tarde…
Hoje, sem querer, tropecei no seu blogue que achei bastante interessante. É de louvar o seu interesse em partilhar com o mundo os livros e autores que lhe chegam às mãos. Em Fevereiro de 2017 partilhou com o seu público o livro “Em Nome da Ordem – Os Cavaleiros da Figueira” do qual fui o autor. Desde já lhe agradeço por me colocar ao lado tão grandes nomes da nossa literatura da qual eu não faço parte. Sou apenas alguém que fez algo sem qualquer pretensão de fama ou receitas monetárias, alguém que adora Historia e que ama a sua terra natal da qual não existe uma explicação sobre a sua origem. Daí, eu ter misturado algumas lendas sobre a mesma a um sem número de factos reais e dessa união ter nascido uma estória que mistura a ficção com a realidade, confundindo o leitor que, a dada altura, não sabe o que é ou não verdade. Acima de tudo deu-me muito prazer em escrever, dá-me um prazer enorme os leitores questionarem-me sobre determinados trechos do livro, os factos verídicos que aprendi sobre a minha terra, tudo isto encheu-me de prazer e satisfação…  e, ainda o livro não tinha chegado ao público, já a sequela ia sendo rabiscada num caderno que me acompanha para todo o lado. Posso adiantar que será algo bastante mais cuidado, um enredo muito mais complexo, vários personagens novos (alguns verídicos), o números de páginas serão certamente muito mais do dobro, etc… O processo está ainda muito atrasado mas julgo estar no bom caminho…
Resumindo:
A verdadeira intensão deste mail que lhe envio é agradecer-lhe a divulgação que fez e que faz a alguém (que não é ninguém neste mundo) como eu.
 Muito, muito, muito obrigado.

Um grande abraço.

Norberto Horta



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