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sexta-feira, 6 de abril de 2018

Os Loucos da Rua Mazur de João Pinto Coelho

 "Para o Francisco Oliveira, com os votos de boas leituras e muita estima do autor
João Pinto Coelho
2017.12.02"
 SINOPSE
Quando as cinzas assentaram, ficaram apenas um judeu, um cristão e um livro por escrever.
Paris, 2001. Yankel - um livreiro cego que pede às amantes que lhe leiam na cama - recebe a visita de Eryk, seu amigo de infância. Não se veem desde um terrível incidente, durante a ocupação alemã, na pequena cidade onde cresceram - e em cuja floresta correram desenfreados para ver quem primeiro chegava ao coração de Shionka. Eryk - hoje um escritor famoso - está doente e não quer morrer sem escrever o livro que o há de redimir. Para isso, porém, precisa da memória do amigo judeu, que sempre viu muito para além da sua cegueira. 

Ao longo de meses, a luz ficará acesa na Livraria Thibault. Enquanto Yankel e Eryk mergulham no passado sob o olhar meticuloso de Vivienne - a editora que não diz tudo o que sabe -, virá ao de cima a história de uma cidade que esteve sempre no fio da navalha; uma cidade de cristãos e judeus, de sãos e de loucos, ocupada por soviéticos e alemães, onde um dia a barbárie correu à solta pelas ruas e nada voltou a ser como era.
Um livro cativante a não perder, com uma escrita clara e marcante que nos agarra do principio ao fim. Um dos grande romances de 2017.
O escritor João Pinto Coelho na apresentação do livro Os Loucos da Ruas Mazu na Livraria A das Artes em Sines com a companhia do livreiro e amigo Joaquim Gonçalves.

quarta-feira, 7 de março de 2018

O Caminho Imperfeito de José Luís Peixoto

Para o Francisco Oliveira, este caminho, imperfeito como todos.
Com um abraço,
José Luís Peixoto
SINOPSE
Entre Banguecoque e Las Vegas, José Luís Peixoto regressa à não-ficção com um livro surpreendente, repleto de camadas, de relações imprevistas, transitando do relato mais íntimo às descrições mais remotas e exuberantes. O Caminho Imperfeito é, em si próprio, a longa viagem a uma Tailândia para lá dos lugares-comuns do turismo, explorando aspectos menos conhecidos da sua cultura, sociedade, história, religiosidade, entre muitos outros. 

A sinistra descoberta de várias encomendas contendo partes de corpo humano numa estação de correios de Banguecoque fará que, com consequências imprevisíveis, a deambulação se transforme em demanda. Todos os episódios dessa excêntrica investigação formam O Caminho Imperfeito e, ao mesmo tempo, constituem uma busca pelo sentido das próprias viagens, da escrita e da vida.

Faço minhas as palavras do comentador António José Cravo

Um livro com uma estrutura que nos surpreende. logo no início parece um policial, páginas depois defrontamo-nos com aquilo que poderia ser literatura de viagem, a que se sucedem pequenas meditações, muito intimistas - conversas com o leitor, inclusivé - com regressos frequentes a Galveias e a Lisboa. para quem tem acompanhado a escrita do autor, e eu tive a oportunidade de ler o livro e depois falar com josé luís peixoto, é mais uma obra de referência a não perder. sobrevoa-se las vegas, passeia-se pela Tailândia, mergulha-se em José Luís Peixoto.


  Este livro tem três gravuras a preto e branco e a minha irmã Maria de Lurdes (Milu) teve a amabilidade e a generosidade de as pintar para mim. O meu muito obrigado pois ficaram espectaculares.




sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

É no peito a chuva de Gonçalo Naves


"Para o Francisco Oliveira com desejo de boas leituras um abraço
Gonçalo Naves
14.12.2017"

A das Artes Editora em Sines, estreia-se com o segundo romance de um jovem autor, Gonçalo Naves, que aos 18 anos publicou autonomamente a sua primeira obra.

Excerto:

Sempre chegam as duas horas da madrugada e um fiozito de barulho começa lento no escuro arrastando-se aos tropeções, um som próximo e distante entre o negro severo alcatrão e todos os ouvidos do bairro, porque a bem ver não há peito capaz de descansar nas horas em que sem dar cuidado a solidão ganha uma força imbatível. É a hora em que me ergo me aconchego à janela e para lá da janela uma locomotiva que não é locomotiva nenhuma salpicando-me os vidros de cores intermitentes, num chiar as rodas dos caixotes arranhando a calçada e de quando em quando há uma pedrita de extremidades mais salientes e, então, o caixote ameaçando um trambolhão dois trambolhões três e vai daí num vigor de ferro implacável delicado sem dar sua conta uma mão imobilizando-o em equilíbrio, mão que está um braço para trás do corpo, enquanto a locomotiva que não é locomotiva nenhuma ergue uma tenaz informada sobre as sensibilidades dos caixotes elevando-os tal qual a gente eleva um filho um sobrinho um neto, apresentando-os ao mundo. É a hora dos senhores do lixo e os senhores do lixo corteses perante a noite, com ínfimo engenho levantam os mapas da escuridão num trabalho que é feito com mãos com toque de artesão, imbatível fugaz pressa em terem as coisas feitas com propriedade que não dão conta de mais nada, não se agitam com movimento algum por saberem numa sabedoria quase inata de que a noite pode nada contra eles. É gente que não existe para nós, não aquece nem arrefece, tanto se nos dá como se nos deu, que quando com eles partilhamos uma rua nunca se atrevem no nosso caminho e se por infeliz acaso as nossas trajetórias são sobrepostas o que acontece é passarmos por dentro deles não tocando em coisa nenhuma. As bocas cerram-se para sempre e só os peitos falam, só os nossos peitos comunicam e agora me despeço deles num submisso silêncio vendo-os pularem para cima da locomotiva de abalada quedando tudo numa beleza mais triste.



Na apresentação do livro o autor com Rosa Azevedo e o livreiro Joaquim Gonçalves.

domingo, 6 de agosto de 2017

Sado - Rui Canas Gaspar

Dedicatória no Livro Sado do escritor e amigo Rui Canas Gaspar.

"Para o meu velho amigo Francisco Oliveira com votos de refrescante leitura do mosso Sado"

O livro, de 200 páginas, tem uma fotografia de capa da autoria de Eugénio Buchinho que mostra o espectáculo de fogo-de-artifício sobre o rio, a partir de Setúbal, na última noite de passagem de ano.

O conhecido autor setubalense Rui Canas Gaspar lançou o seu mais recente livro, com um “conjunto de histórias, vivências e factos” relacionados com o rio Sado, na Casa da Baía no dia 08 de Julho ao final da tarde, perante uma plateia com mais de 60 pessoas. Este é já o décimo primeiro livro do autor no espaço de seis anos.

A obra, que aborda a história do rio Sado sobre diversos prismas, desde a sua origem à fixação dos povos ao longo dos séculos, a vida selvagem, a ligação do rio com a cidade e com a margem esquerda de Tróia e a exploração económica, é fruto do “trabalho de campo” desenvolvido pelo autor. “Resulta da minha experiência de ir ao terreno e de falar com as pessoas que governaram a sua vida no Sado, desde o homem que apanha os chocos, à senhora que trabalhou nas ostras e na apanha do sal e que hoje trabalha na piscicultura”, exemplificou Rui Canas Gaspar ao DIÁRIO DA REGIÃO.

O autor explicou também porque razão o narrador do livro é o próprio rio personificado. “Achei que seria interessante ser o Sado a contar a sua própria história de vida”, disse, frisando que esta é uma obra baseada em factos e que ainda assim não deixa de enquadrar “algumas lendas, como a lenda dos golfinhos do Sado”.

O rio, cuja nascente se localiza na Serra da Vigia, em Ourique, tem 180 quilómetros de comprimento e é o único, a par do Rio Mira, em Odemira, que corre de sul para norte, desaguando no Oceano Atlântico. Nessa perspectiva, também é referida a relação do rio com a Baía de Setúbal, que integra o Clube das Mais Belas Baías do Mundo desde 2002.

Rui Canas Gaspar pretende que esta obra sirva um propósito “pedagógico”, transmitindo conhecimento aos setubalenses para que cuidem melhor do património natural, e ao mesmo tempo de promoção do turismo, numa altura em que “Setúbal está a viver uma revolução que é pôr os setubalenses novamente virados para o rio”, afirmou.
Texto: https://diariodaregiao.pt/2017/07/09/rui-canas-gaspar-lanca-livro-sobre-o-rio-sado/

“Sado” é o décimo primeiro livro lançado por Rui Canas Gaspar, nascido e criado nas margens do Sado há 69 anos e o grande impulsionador do grupo “Coisas de Setúbal”
 Apresentação pela Drª. Paula Borrego.
O autor a apresentar o seu mais recente livro "Sado"
Aqui estou eu na fila à espera de falar com o amigo e escritor para ser agraciado com uma dedicatória.
Algumas palavras e troca de recordações de bons momentos que vivemos no escutismo.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Histórias Coisas e Gentes de Setúbal

Dedicatória do meu amigo Rui Canas Gaspar.

"Para o meu velho amigo Francisco Oliveira com o desejo de que se possa perder na leitura destas coisas de Setúbal"

Ao longo de duas centenas de páginas do “Histórias Coisas e Gentes de Setúbal”, o autor delicia-nos com as mais variadas narrativas que vão dos tesouros romanos encontrados em Setúbal à bela e trágica história do Palácio da Comenda; do nascimento e acção do Coral Luísa Todi à “dança” dos monumentos setubalenses; narrando aqui também alguns aspectos da vida pública de figuras bem conhecidas dos setubalenses que vão do popular Finura à primeira rainha do Sado.

Este é sem dúvida um livro que qualquer setubalense vai gostar de ler atendendo à diversidade e natureza dos assuntos tratados e que representam mais um contributo do autor para a preservação da história local. 
Texto retirado de: http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=25000182
Acabei de ler este interessante livro do meu amigo Rui Canas Gaspar que fala da minha bela cidade de Setúbal, das nossas gentes, um livro cheio de conhecimentos sobre a cidade do rio azul . 

Um excelente livro, que recomendo a todos os setubalenses e não só.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Uma Nuvem num Pote de Barro - Miguel de Castro Henriques

Autografo e dedicatória do meu amigo o escritor Miguel Henriques

“Gostava de um dia ler estes meus contos como se fossem de outra pessoa, de alguém que ao mesmo tempo sou eu e não sou se. Escrevi-os sem atravessar as torturas que dizem ter o acto criativo. Ao contrário, deixei-me levar por uma voz interior pequena, quase muda e reticente, e de aparição instável, de tal modo que o subtítulo deste livro poderia ser “Contos da Pequeníssima Lua”.
Penso que os contos são um modo de regressarmos a nós, à surpresa de ser e redescoberta da nossa identidade, e também são entretenimento. Esta é uma palavra de que a industria dos media se apropriou para adormecer a nova tribo planetária, a tribo audiovisual. Porém, entreter tem um significado mais amplo do que uma simples diversão, tem a ver com um domínio do tempo, com uma suspensão do tempo, que o pode dilatar e fazer entrar no registo do tempo mítico.
Sendo assim estes contos foram escritos contra e a favor do tempo moderno. Contra, porque a fragmentação, nova formatação e compactamento do tempo moderno induzem experiências esquizofrénicas; a favor, porque tem a haver um tempo absolutamente moderno que abranja todos os tipos de tempo que até agora experienciámos.
Toquei em alguns personagens lendários da história de Portugal, e tratei de trazer à luz o seu lado obscuro, labiríntico, em vez da versão platónica que aprendi na infância. Para mim, a contemporaneidade mais vibrante brinca com uma re-apropriação e re-invennção de todos os passados e também com um certo jogo barroco do significante.
No entanto, nunca se consegue o objectivo; mesmo depois da flecha acertar no alvo, o alvo continua a voar. Talvez seja esse afinal o objectivo: encontrar um novo alvo”
Miguel de Castro Henriques


**************************

Miguel de Castro Henriques (Buenos Aires, 5 de Junho de 1954) é um escritor, poeta, pintor e tradutor, representante do surrealismo português.
Frequentou a Faculdade de Medicina de Lisboa e estudou filosofia na Faculdade de Vincennes, onde foi aluno de Gilles Deleuze. Durante a sua estadia em Paris em 1971 frequenta a Academia IFIF de La Petite Lune. Com João de Sousa Monteiro fundou o Movimento Abaldista ou Abald, em ano incerto, num golpe de sorte. Fez parte do grupo dissidente "Os Surrealistas" do qual fazem parte entre outros os seguintes poetas Virgílio Martinho, Herberto Helder, António Quadros, M.S.Lourenço, Nicolau Saião, Mário Botas, Hermínio Monteiro e Miguel de Castro Henriques. Mais tarde com Mário Cesariny e M.S.Lourenço fundou o Bureau Surrealista ainda em actividade.
Miguel de Castro Henriques tem amplamente praticado a escrita e a pintura automática, e alguns dos seus livros de contos, como Uma Nuvem num Pote de Barro foram publicados na Assírio&Alvim.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Homens Imprudentemente Poéticos - Valter Hugo Mãe


Dedicatória e autografo do escritor Valter Hugo Mãe, aquando da sua passagem pela livraria A das Artes em Sines.


"Escolhia palavras como se mudasse a realidade segundo o modo de dizer"

SINOPSE

Num Japão antigo o artesão Itaro e o oleiro Saburo vivem uma vizinhança inimiga que, em avanços e recuos, lhes muda as prioridades e, sobretudo, a capacidade de se manterem boa gente.
A inimizade, contudo, é coisa pequena diante da miséria comum e do destino.
Conscientes da exuberância da natureza e da falha da sorte, o homem que faz leques e o homem que faz taças medem a sensatez e, sobretudo, os modos incondicionais de amarem suas distintas mulheres.

Valter Hugo Mãe prossegue a sua poética ímpar. Uma humaníssima visão do mundo.



Uma luminosa parábola que fica a reverberar muito tempo depois.
José Tolentino Mendonça

As fascinantes personagens deste romance vivem num Japão que é ao mesmo tempo mitológico e íntimo, criado pela imaginação prodigiosa e profundamente poética do autor.
Richard Zimler

Viajei há pouco para o Japão antigo que o Valter Hugo Mãe inventou para o romance Homens Imprudentemente Poéticos e entusiasmei-me deveras. É o mais delicado dos livros do Valter, entretecido com o gesto preciso e paciente de um artesão - aquele que, na definição que está no próprio livro, devolve os materiais à vocação que eles detêm por natureza. Nele o Valter parece um menino a inventar jogos com palavras: uma criança a inventar um Japão falso pelo qual se pode passear e sentir-lhe os cheiros.

Manuel Jorge Marmelo


Ilustrações do livro e capa da autoria de Júlio Dolbeth

terça-feira, 28 de março de 2017

Elle - Cláudia Campos


Livro com o autografo da escritora datado de 1899.

 Cláudia de Campos estreou-se em termos literários com um volume de pequenos contos intitulado "Rindo...". Seguiram-se "O Último Amor", "Mulheres", "A Esfinge", "A Baronesa de Staël", "O Duque de Palmela" e o polémico "Ele" ("Elle", na grafia da altura).

A polémica de "Ele" fundamenta-se no facto de o livro tratar locais e personagens que não eram mais dos que os sítios e as pessoas com as quais a autora conviveu em Sines, ainda que lhes tenha atribuído diferentes nomes.

Presume-se que o seu personagem Luís Guedes é Francisco António de Campos, pai da autora; Cléo, é a própria escritora; Frantze é Frank Pidwell; Vasques Bruto é António Arsénio de Campos; José Paulino é João Caetano; Leonor Vasques é Isabel Pidwell; Pulquéria é a mulher de António Arsénio de Campos; Padre Mateus é o Padre Maia, assim como as Pedras Negras são o Pontal da Praia de Sines. O dr. Macedo era, segundo o historiador Arnaldo Soledade, Francisco Luís Lopes, autor de "Breve Notícia de Sines".



 A escritora Cláudia de Campos é uma das figuras mais "sui generis" de Sines.

Entre Sines e a alta sociedade lisboeta

Nascida a 28 de janeiro de 1859, filha de Maria Augusta Palma de Campos e de Francisco António de Campos, tem por padrinho de batismo seu avô, Guarda-Mor de Saúde do Porto de Sines, Jacinto José Palma.

Casa em 1875 com Joaquim D’Ornelas e Matos. Ela tem apenas 16 anos e ele 19. O Barão de S. Pedro, José Ribeiro da Cunha, é testemunha de casamento.

Em jovem frequentou o Colégio de Mrs. Kutle, na Rua do Alecrim, em Lisboa. Privou com a mais alta sociedade lisboeta da altura, frequentando a Academia de Ciências de Lisboa e os Salões Literários do Casino.

"Cláudia de Campos era uma mulher feliz, alegre e linda", afirma Maria Amália Vaz de Carvalho no seu diário.

Para além do seu lado de escritora, foi uma intelectual inovadora, ensaísta da condição da mulher.

Escreveu um "Ensaio de Psicologia Feminina", onde analisa Charlotte Brontë, Condessa de Lafayette, Baronesa de Staël, Josephine de Neuville, Rainha da Roménia. Estudou também Edward Thomas, Gibson, Masefield e outros.

Texto: http://www.sines.pt/frontoffice/pages/719
Exposição sobre a escritora no Centro de Artes de Sines patente até ao dia 02 de Abril.

sexta-feira, 10 de março de 2017

A Desumanização - Valter Hugo Mãe


Dedicatória e autografo do Valter Hugo Mãe no livro A Desumanização.


SINOPSE

«Mais tarde, também eu arrancarei o coração do peito para o secar como um trapo e usar limpando apenas as coisas mais estúpidas.»

Passado nos recônditos fiordes islandeses, este romance é a voz de uma menina diferente que nos conta o que sobra depois de perder a irmã gémea. Um livro de profunda delicadeza em que a disciplina da tristeza não impede uma certa redenção e o permanente assombro da beleza.

O livro mais plástico de Valter Hugo Mãe. Um livro de ver. Uma utopia de purificar a experiência difícil e maravilhosa de se estar vivo.


A Desumanização com belíssimas imagens introdutórias de Cristina Varandas, cujo sentido, simultaneamente lírico e monstruoso, reenvia com perfeição para o conteúdo do romance.








quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Em Nome da Ordem - Norberto Horta


 Autografo e dedicatória do escritor Norberto Horta no livro Em Nome da Ordem.
Em Nome da Ordem é o primeiro livro de Norberto Horta e também desta editora a Simon's Boocks.


Com este livro viajamos até 1450 acompanhados pelo mestre João da Piedade que empreende uma viagem de Palmela a Ferreira do Alentejo para adquirir cavalos para Sua Majestade o Rei. Numa viagem que devia de ser pacifica muita coisa vai acontecer e fazem com que o mestre se equacione se vale ainda a pena com a idade que tem fazer este tipo de missões, assim decide retirar-se da ordem e dedicar-se a uma vida pacata em Ferreira e será que o filho o Grão-Mestre e o próprio Rei estão de acordo.

Nada melhor que ler esta interessante história, muito bem escrita e de leitura muito agradável. 
Norberto Horta nasceu em 1981, em Figueira dos Cavaleiros. Topógrafo de profissão, foi desde cedo um apaixonado por História e pela sua aldeia. Trabalhou em diversos pontos no sul do país, embora quase sempre fora da sua região, apregoando sempre orgulhosamente as suas origens alentejanas. Em Nome da Ordem - Os Cavaleiros da Figueira é o seu primeiro livro.


Norberto Horta na Livraria A das Artes em Sines para apresentação da sua primeira obra.

No dia 18 de Outubro de 2017 tive a enorme surpresa de receber um mail do Norberto Horta que aqui partilho.

Olá, boa tarde…
Hoje, sem querer, tropecei no seu blogue que achei bastante interessante. É de louvar o seu interesse em partilhar com o mundo os livros e autores que lhe chegam às mãos. Em Fevereiro de 2017 partilhou com o seu público o livro “Em Nome da Ordem – Os Cavaleiros da Figueira” do qual fui o autor. Desde já lhe agradeço por me colocar ao lado tão grandes nomes da nossa literatura da qual eu não faço parte. Sou apenas alguém que fez algo sem qualquer pretensão de fama ou receitas monetárias, alguém que adora Historia e que ama a sua terra natal da qual não existe uma explicação sobre a sua origem. Daí, eu ter misturado algumas lendas sobre a mesma a um sem número de factos reais e dessa união ter nascido uma estória que mistura a ficção com a realidade, confundindo o leitor que, a dada altura, não sabe o que é ou não verdade. Acima de tudo deu-me muito prazer em escrever, dá-me um prazer enorme os leitores questionarem-me sobre determinados trechos do livro, os factos verídicos que aprendi sobre a minha terra, tudo isto encheu-me de prazer e satisfação…  e, ainda o livro não tinha chegado ao público, já a sequela ia sendo rabiscada num caderno que me acompanha para todo o lado. Posso adiantar que será algo bastante mais cuidado, um enredo muito mais complexo, vários personagens novos (alguns verídicos), o números de páginas serão certamente muito mais do dobro, etc… O processo está ainda muito atrasado mas julgo estar no bom caminho…
Resumindo:
A verdadeira intensão deste mail que lhe envio é agradecer-lhe a divulgação que fez e que faz a alguém (que não é ninguém neste mundo) como eu.
 Muito, muito, muito obrigado.

Um grande abraço.

Norberto Horta



sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A Máquina de Fazer Espanhóis - Valter Hugo Mãe

Dedicatória e autografo do escritor Valter Hugo Mãe.
A Máquina de Fazer Espanhóis

Esta é a história de quem, no momento mais árido da vida, se surpreende com a manifestação ainda de uma alegria. Uma alegria complexa, até difícil de aceitar, mas que comprova a validade do ser humano até ao seu último segundo. a máquina de fazer espanhóis é uma aventura irónica, trágica e divertida, pela madura idade, que será uma maturidade diferente, um estádio de conhecimento outro no qual o indivíduo se repensa para reincidir ou mudar. O que mudará na vida de antónio silva, com oitenta e quatro anos, no dia em que violentamente o seu mundo se transforma? 

Críticas de imprensa

«[...] com este livro, Valter Hugo Mãe aproxima-se a passos largos (e seguros) da maturidade plena.»
Eduardo Pitta, Público

«Um romance poderoso.»
José Mário Silva, Expresso

«Ler vhm é entrar numa viagem feita de imprevisibilidade enquanto estado humano de absoluta surpresa e espanto, de fortuitidade, de acaso, de percurso animado de múltiplos acidentes e peripécias que desviam a personagem de atingir o seu objectivo, atrasando-o, jogando-o por caminhos e situações insólitas e por sentimentos e estados interiores que lhe são totalmente desconhecidos, forçando-o a ceder ou a resistir, a recuar ou a avançar, a hesitar e a conciliar.»
Miguel Real, JL (less)




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